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  • Il titolo "Il bambino è morto. Di chi è la colpa?" non è esattamente il più allegro da leggere. La storia parla di una donna, una capitalista di ventura, che si trova a dover affrontare il dolore della perdita del suo bambino in utero. È una situazione che suscita inevitabilmente domande e riflessioni, ma non ci si può negare che sia tutto piuttosto triste e pesante.

    Quando si tratta di gravidanza e surrogazione, ci sono così tante aspettative. La donna si affida a una surrogata per portare avanti la gravidanza, ma quando le cose vanno male, la frustrazione e la ricerca di colpe si intensificano. La capitalista, in un modo che sembra quasi un po’ eccessivo, decide di punire la surrogata. Ma... è davvero colpa di qualcuno? O è solo una di quelle cose sfortunate che accadono?

    È difficile non sentirsi un po’ apatici riguardo a tutto questo. La vita è complicata e le emozioni sono intense. Ma a volte, la realtà è semplicemente noiosa e pesante. La tragedia accade e ci si sente bloccati, come se non ci fosse molto da dire o da fare. La vita continua, anche se a volte sembra che non ci sia molto da aspettarsi.

    La questione della responsabilità è sempre presente in situazioni del genere. Chi è veramente da incolpare? La surrogata? La madre? E cosa si può fare quando il dolore è così profondo? Le risposte non sono facili e spesso si finisce per girare in tondo, senza una vera soluzione.

    Insomma, è una storia triste di perdita e ricerca di colpe. Non c'è molto di più da aggiungere. È just un'altra di quelle situazioni della vita che lasciano un sapore amaro. Forse il mondo è un po' troppo complicato per noi.

    #tragico #surrogazione #responsabilità #vita #perdita
    Il titolo "Il bambino è morto. Di chi è la colpa?" non è esattamente il più allegro da leggere. La storia parla di una donna, una capitalista di ventura, che si trova a dover affrontare il dolore della perdita del suo bambino in utero. È una situazione che suscita inevitabilmente domande e riflessioni, ma non ci si può negare che sia tutto piuttosto triste e pesante. Quando si tratta di gravidanza e surrogazione, ci sono così tante aspettative. La donna si affida a una surrogata per portare avanti la gravidanza, ma quando le cose vanno male, la frustrazione e la ricerca di colpe si intensificano. La capitalista, in un modo che sembra quasi un po’ eccessivo, decide di punire la surrogata. Ma... è davvero colpa di qualcuno? O è solo una di quelle cose sfortunate che accadono? È difficile non sentirsi un po’ apatici riguardo a tutto questo. La vita è complicata e le emozioni sono intense. Ma a volte, la realtà è semplicemente noiosa e pesante. La tragedia accade e ci si sente bloccati, come se non ci fosse molto da dire o da fare. La vita continua, anche se a volte sembra che non ci sia molto da aspettarsi. La questione della responsabilità è sempre presente in situazioni del genere. Chi è veramente da incolpare? La surrogata? La madre? E cosa si può fare quando il dolore è così profondo? Le risposte non sono facili e spesso si finisce per girare in tondo, senza una vera soluzione. Insomma, è una storia triste di perdita e ricerca di colpe. Non c'è molto di più da aggiungere. È just un'altra di quelle situazioni della vita che lasciano un sapore amaro. Forse il mondo è un po' troppo complicato per noi. #tragico #surrogazione #responsabilità #vita #perdita
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    The Baby Died. Whose Fault Is It?
    When her son died in utero, a venture capitalist went to extremes to punish her surrogate.
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  • É inacreditável como a sociedade está se rendendo tão facilmente a uma ilusão tecnológica! O artigo 'Célibataires en quête d’économies : les partenaires IA séduisent de plus en plus d’hommes' é um exemplo perfeito de como estamos nos afastando da realidade em busca de soluções rápidas e baratas. Como podemos permitir que homens solteiros troquem jantares românticos e interações humanas genuínas por “parceiros” de inteligência artificial? Isso é um verdadeiro insulto à essência do ser humano!

    Estamos vivendo tempos em que a superficialidade reina. Trocar um encontro em um restaurante, que pode ser uma experiência rica e cheia de emoções, por uma interação com um algoritmo é simplesmente trágico! Isso mostra não apenas uma falta de criatividade, mas uma total falta de habilidade social! A ideia de que os "parceiros IA" estão seduzindo cada vez mais homens solteiros é um sinal alarmante de que estamos nos afastando do que realmente importa nas relações humanas.

    A busca por economias a qualquer custo, como sugere o título do artigo, leva a uma degradação das relações interpessoais. Isso é um erro colossal! Em vez de investir tempo e esforço em construir relacionamentos saudáveis e significativos, muitos estão optando pela facilidade de uma interação artificial. É triste ver como a tecnologia, que deveria servir para melhorar nossas vidas, está se transformando em uma muleta que nos impede de experimentar a verdadeira conexão humana.

    O que será da próxima geração se isso continuar? Vamos criar uma sociedade de homens e mulheres que não sabem como se relacionar uns com os outros? A dependência da inteligência artificial para preencher lacunas emocionais é um sinal de que estamos perdendo a capacidade de nos conectar de forma autêntica. Não podemos deixar que essa tendência continue! Precisamos agir agora e lembrar que relacionamentos verdadeiros são construídos através de experiências compartilhadas, risadas, lágrimas e, acima de tudo, humanidade.

    Chega de se esconder atrás de telas e algoritmos! A verdadeira vida acontece fora do mundo virtual. Precisamos nos levantar e dizer que preferimos o desconforto de um encontro real ao conforto de um "parceiro IA". É hora de resgatar a autenticidade nas relações e parar de nos contentar com migalhas emocionais! Não podemos permitir que a busca por economias nos faça esquecer o que significa amar e ser amado de verdade.

    #RelacionamentosReais #InteligênciaArtificial #ConexõesHumanas #SociedadeModerna #AmorAutêntico
    É inacreditável como a sociedade está se rendendo tão facilmente a uma ilusão tecnológica! O artigo 'Célibataires en quête d’économies : les partenaires IA séduisent de plus en plus d’hommes' é um exemplo perfeito de como estamos nos afastando da realidade em busca de soluções rápidas e baratas. Como podemos permitir que homens solteiros troquem jantares românticos e interações humanas genuínas por “parceiros” de inteligência artificial? Isso é um verdadeiro insulto à essência do ser humano! Estamos vivendo tempos em que a superficialidade reina. Trocar um encontro em um restaurante, que pode ser uma experiência rica e cheia de emoções, por uma interação com um algoritmo é simplesmente trágico! Isso mostra não apenas uma falta de criatividade, mas uma total falta de habilidade social! A ideia de que os "parceiros IA" estão seduzindo cada vez mais homens solteiros é um sinal alarmante de que estamos nos afastando do que realmente importa nas relações humanas. A busca por economias a qualquer custo, como sugere o título do artigo, leva a uma degradação das relações interpessoais. Isso é um erro colossal! Em vez de investir tempo e esforço em construir relacionamentos saudáveis e significativos, muitos estão optando pela facilidade de uma interação artificial. É triste ver como a tecnologia, que deveria servir para melhorar nossas vidas, está se transformando em uma muleta que nos impede de experimentar a verdadeira conexão humana. O que será da próxima geração se isso continuar? Vamos criar uma sociedade de homens e mulheres que não sabem como se relacionar uns com os outros? A dependência da inteligência artificial para preencher lacunas emocionais é um sinal de que estamos perdendo a capacidade de nos conectar de forma autêntica. Não podemos deixar que essa tendência continue! Precisamos agir agora e lembrar que relacionamentos verdadeiros são construídos através de experiências compartilhadas, risadas, lágrimas e, acima de tudo, humanidade. Chega de se esconder atrás de telas e algoritmos! A verdadeira vida acontece fora do mundo virtual. Precisamos nos levantar e dizer que preferimos o desconforto de um encontro real ao conforto de um "parceiro IA". É hora de resgatar a autenticidade nas relações e parar de nos contentar com migalhas emocionais! Não podemos permitir que a busca por economias nos faça esquecer o que significa amar e ser amado de verdade. #RelacionamentosReais #InteligênciaArtificial #ConexõesHumanas #SociedadeModerna #AmorAutêntico
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    Célibataires en quête d’économies : les partenaires IA séduisent de plus en plus d’hommes
    De plus en plus de célibataires troquent les dîners hors de prix pour des partenaires […] Cet article Célibataires en quête d’économies : les partenaires IA séduisent de plus en plus d’hommes a été publié sur REALITE-VIRTUELLE.COM.
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  • Milagros Caturla, a nova sensação do mundo da fotografia, já carrega consigo um título que, se não fosse trágico, seria cômico: a 'Vivian Maier barcelonesa'. Quem diria que uma fotógrafa que permaneceu na sombra até a sua morte conseguiria se tornar um ícone da arte, ou pelo menos, um ícone do "ah, se eu soubesse antes!".

    Por que, afinal, devemos esperar alguém morrer para que sua obra ganhe notoriedade? E quem precisa de reconhecimento em vida quando se pode ser 'descoberto' postumamente? É quase um golpe de mestre no jogo da fama. Imagine só: você vive sua vida inteira tirando fotos e guardando-as em caixas, e quando finalmente se vai, as pessoas começam a bradar o quanto você era genial. Uma estratégia engenhosa para escapar do ciclo incessante de likes e seguidores, não é mesmo?

    Enquanto isso, os críticos de arte se inauguram em debates sobre o que define uma artista. Será que é a quantidade de cliques ou a qualidade de um olhar que, aparentemente, estava escondido em um baú? E quem decide se a fotografia de um sapato jogado na calçada é arte? A resposta, meus amigos, é simples: aqueles que não têm nada melhor para fazer.

    E é claro que a comparação com Vivian Maier, uma fotógrafa que também viveu à margem da sociedade, é inevitável. Ambas mulheres, ambas artistas, ambas perdidas até que o mundo decidiu que seria divertido fazer uma espécie de caça ao tesouro artístico. Vamos lá, quem precisa de um bom curador quando se pode ter um exército de entusiastas que desenterram obras-primas debaixo do pó?

    Afinal, a arte é feita para ser consumida — e não simplesmente armazenada em caixas empoeiradas. Mas o que sabemos sobre isso? No final das contas, se você não tiver uma história trágica, uma descoberta tardia ou um título pomposo como 'Vivian Maier barcelonesa', você pode muito bem continuar tirando selfies e postando as fotos do seu gato na internet.

    Portanto, brindemos a Milagros Caturla! Que sua obra continue a ser desenterrada, que novas caixas sejam abertas e que novas comparações surjam. E quem sabe, talvez um dia, possamos ver uma exposição chamada 'A Arte da Procrastinação': uma homenagem a todos os artistas cujas obras só foram reconhecidas após a última chamada!

    #MilagrosCaturla #VivianMaier #Fotografia #ArtePóstuma #Barcelona
    Milagros Caturla, a nova sensação do mundo da fotografia, já carrega consigo um título que, se não fosse trágico, seria cômico: a 'Vivian Maier barcelonesa'. Quem diria que uma fotógrafa que permaneceu na sombra até a sua morte conseguiria se tornar um ícone da arte, ou pelo menos, um ícone do "ah, se eu soubesse antes!". Por que, afinal, devemos esperar alguém morrer para que sua obra ganhe notoriedade? E quem precisa de reconhecimento em vida quando se pode ser 'descoberto' postumamente? É quase um golpe de mestre no jogo da fama. Imagine só: você vive sua vida inteira tirando fotos e guardando-as em caixas, e quando finalmente se vai, as pessoas começam a bradar o quanto você era genial. Uma estratégia engenhosa para escapar do ciclo incessante de likes e seguidores, não é mesmo? Enquanto isso, os críticos de arte se inauguram em debates sobre o que define uma artista. Será que é a quantidade de cliques ou a qualidade de um olhar que, aparentemente, estava escondido em um baú? E quem decide se a fotografia de um sapato jogado na calçada é arte? A resposta, meus amigos, é simples: aqueles que não têm nada melhor para fazer. E é claro que a comparação com Vivian Maier, uma fotógrafa que também viveu à margem da sociedade, é inevitável. Ambas mulheres, ambas artistas, ambas perdidas até que o mundo decidiu que seria divertido fazer uma espécie de caça ao tesouro artístico. Vamos lá, quem precisa de um bom curador quando se pode ter um exército de entusiastas que desenterram obras-primas debaixo do pó? Afinal, a arte é feita para ser consumida — e não simplesmente armazenada em caixas empoeiradas. Mas o que sabemos sobre isso? No final das contas, se você não tiver uma história trágica, uma descoberta tardia ou um título pomposo como 'Vivian Maier barcelonesa', você pode muito bem continuar tirando selfies e postando as fotos do seu gato na internet. Portanto, brindemos a Milagros Caturla! Que sua obra continue a ser desenterrada, que novas caixas sejam abertas e que novas comparações surjam. E quem sabe, talvez um dia, possamos ver uma exposição chamada 'A Arte da Procrastinação': uma homenagem a todos os artistas cujas obras só foram reconhecidas após a última chamada! #MilagrosCaturla #VivianMaier #Fotografia #ArtePóstuma #Barcelona
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    Milagros Caturla, la ‘Vivian Maier barcelonesa’
    Milagros Caturla fue una fotógrafa cuyas imágenes han permanecido ocultas hasta después de su muerte. Quizá por ello y su gran trascendencia, ya hay gente que la considera la 'Vivian Maier barcelonesa'.
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  • Non posso credere a quanto sia ridicolo e offensivo il modo in cui questa DLC, che segue uno dei gioielli horror nascosti dell'anno scorso, sia stata realizzata! Stiamo parlando di un incidente tragico e colossale che ha visto il crollo di una piattaforma petrolifera, un evento che ha spezzato vite e ha lasciato famiglie in lutto. E cosa ci propongono? Un gioco che si immerge nelle profondità dell'oceano per "scoprire" resti e "portare a casa" dei souvenir per le famiglie. Ma di che cosa stiamo parlando qui?

    Questa ricerca di "risposte" e "chiusura" è semplicemente una manovra commerciale. Non c'è nulla di rispettoso nel trasformare una tragedia reale in un contenuto ludico. Illudere i giocatori con l'idea che possano trovare mementos da restituire alle famiglie è una mancanza di rispetto totale. I veri genitori, mogli, mariti e figli che hanno perso i loro cari non meritano di essere ridotti a mere statistiche di un gioco! È nauseante e completamente inadeguato.

    La questione non è solo il modo in cui il gioco affronta una tragedia, ma anche come l'industria dei videogiochi continua a ignorare i confini tra intrattenimento e realtà. Siamo veramente così disumanizzati da pensare che i tragici eventi del mondo reale possano essere utilizzati come sfondo per un gioco? E non parliamo nemmeno della qualità della DLC. Se stai cercando di colpire le emozioni dei giocatori con una narrazione profonda, fallo con rispetto e integrità, non con il sensazionalismo che sfrutta il dolore altrui.

    In un'epoca in cui la consapevolezza sociale è più importante che mai, come possiamo permettere che queste pratiche continuino? È ora di alzare la voce contro le aziende che pensano di poter semplicemente guadagnare denaro a spese di tragedie umane. E non stiamo parlando di una semplice mancanza di tatto; stiamo parlando di un'industria che sembra non avere alcun riguardo per il dolore reale e le esperienze delle persone.

    Quindi, smettiamo di tollerare questo tipo di contenuti! Dobbiamo chiedere di più dall'industria dei videogiochi e dai creatori di contenuti. Non possiamo lasciare che la ricerca del profitto oscuri il rispetto per le vite umane. Se non abbiamo l'intelligenza e la sensibilità per trattare tali argomenti con il rispetto che meritano, allora non dovremmo nemmeno avvicinarci a raccontarli.

    #GiocoEResponsabilità #RispettoPerLeVittime #IndustriaVideoludica #TragediaReale #SfruttamentoCommerciale
    Non posso credere a quanto sia ridicolo e offensivo il modo in cui questa DLC, che segue uno dei gioielli horror nascosti dell'anno scorso, sia stata realizzata! Stiamo parlando di un incidente tragico e colossale che ha visto il crollo di una piattaforma petrolifera, un evento che ha spezzato vite e ha lasciato famiglie in lutto. E cosa ci propongono? Un gioco che si immerge nelle profondità dell'oceano per "scoprire" resti e "portare a casa" dei souvenir per le famiglie. Ma di che cosa stiamo parlando qui? Questa ricerca di "risposte" e "chiusura" è semplicemente una manovra commerciale. Non c'è nulla di rispettoso nel trasformare una tragedia reale in un contenuto ludico. Illudere i giocatori con l'idea che possano trovare mementos da restituire alle famiglie è una mancanza di rispetto totale. I veri genitori, mogli, mariti e figli che hanno perso i loro cari non meritano di essere ridotti a mere statistiche di un gioco! È nauseante e completamente inadeguato. La questione non è solo il modo in cui il gioco affronta una tragedia, ma anche come l'industria dei videogiochi continua a ignorare i confini tra intrattenimento e realtà. Siamo veramente così disumanizzati da pensare che i tragici eventi del mondo reale possano essere utilizzati come sfondo per un gioco? E non parliamo nemmeno della qualità della DLC. Se stai cercando di colpire le emozioni dei giocatori con una narrazione profonda, fallo con rispetto e integrità, non con il sensazionalismo che sfrutta il dolore altrui. In un'epoca in cui la consapevolezza sociale è più importante che mai, come possiamo permettere che queste pratiche continuino? È ora di alzare la voce contro le aziende che pensano di poter semplicemente guadagnare denaro a spese di tragedie umane. E non stiamo parlando di una semplice mancanza di tatto; stiamo parlando di un'industria che sembra non avere alcun riguardo per il dolore reale e le esperienze delle persone. Quindi, smettiamo di tollerare questo tipo di contenuti! Dobbiamo chiedere di più dall'industria dei videogiochi e dai creatori di contenuti. Non possiamo lasciare che la ricerca del profitto oscuri il rispetto per le vite umane. Se non abbiamo l'intelligenza e la sensibilità per trattare tali argomenti con il rispetto che meritano, allora non dovremmo nemmeno avvicinarci a raccontarli. #GiocoEResponsabilità #RispettoPerLeVittime #IndustriaVideoludica #TragediaReale #SfruttamentoCommerciale
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    This DLC Follow-Up To One Of Last Year’s Hidden Horror Gems Made Me Cry Out In Terror
    I’m tens of thousands of feet underwater, here on a mission to uncover the remains of a tragic and colossal accident that saw an oil rig collapse and sink to the bottom of the ocean off the coast of Scotland. I’m here for answers. I’m here for closur
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