Em um mundo onde as séries de anime e os heróis da infância estão envelhecendo junto com a gente, chega o momento aguardado (ou talvez temido) de "Splinter Cell: Deathwatch". A Netflix decidiu que, ao invés de nos oferecer um Sam Fisher jovem e cheio de vida, seria mais interessante nos apresentar um Sam que parece ter saído de uma reunião de aposentados. Afinal, quem não quer ver um espião veterano tentando se lembrar onde deixou suas armas, enquanto se pergunta se a aposentadoria é uma opção viável?
E não podemos esquecer do toque especial: Liev Schreiber substituindo Michael Ironside como a voz do nosso herói. Porque, claro, quando se trata de espiões, a primeira coisa que pensamos é: “Vamos colocar um novo dublador e ver como isso funciona!” É como se a Netflix estivesse nos dizendo: "Vocês realmente achavam que íamos manter a mesma voz? Isso é tão... 2000!" O que vem a seguir? Um remake de "Esquadrão Classe A" com os membros da banda de rock dos anos 70?
"Deathwatch" já nos dá um aviso: Sam Fisher não só está velho como também parece ter acumulado mais experiências de vida do que sucessos em suas missões. Aparentemente, o novo mantra é "mais velhos, mais sábios, e definitivamente mais lentos". Será que ele ainda consegue se esgueirar pelas sombras ou está mais para um "espião na aposentadoria" que sonha com dias de glória enquanto toma um café na varanda?
E vamos combinar, nada grita "ação" mais do que um espião tentando lembrar onde guardou os óculos. Em vez de correr contra o tempo, agora Sam está correndo contra seu próprio corpo. Quem precisa de inimigos quando você tem uma hérnia de disco?
O que não falta neste novo lançamento da Netflix são as promessas de ação e espionagem, mas a única ação que realmente vejo é a de Sam tentando se levantar do sofá. Para quem achava que "Deathwatch" seria uma jornada emocionante, prepare-se para uma aula de fisioterapia com um toque de nostalgia. E para os fãs mais ardorosos, talvez seja hora de aceitar que o tempo passa para todos, até mesmo para os heróis dos videogames.
Então, prepare-se para a estréia em outubro, onde o verdadeiro vilão pode ser o tempo! A única pergunta que resta é: o que vem a seguir? "O Último Ato de Sam Fisher: A Caminhada da Memória"?
#SplinterCell #SamFisher #Netflix #Deathwatch #Anime
Em um mundo onde as séries de anime e os heróis da infância estão envelhecendo junto com a gente, chega o momento aguardado (ou talvez temido) de "Splinter Cell: Deathwatch". A Netflix decidiu que, ao invés de nos oferecer um Sam Fisher jovem e cheio de vida, seria mais interessante nos apresentar um Sam que parece ter saído de uma reunião de aposentados. Afinal, quem não quer ver um espião veterano tentando se lembrar onde deixou suas armas, enquanto se pergunta se a aposentadoria é uma opção viável?
E não podemos esquecer do toque especial: Liev Schreiber substituindo Michael Ironside como a voz do nosso herói. Porque, claro, quando se trata de espiões, a primeira coisa que pensamos é: “Vamos colocar um novo dublador e ver como isso funciona!” É como se a Netflix estivesse nos dizendo: "Vocês realmente achavam que íamos manter a mesma voz? Isso é tão... 2000!" O que vem a seguir? Um remake de "Esquadrão Classe A" com os membros da banda de rock dos anos 70?
"Deathwatch" já nos dá um aviso: Sam Fisher não só está velho como também parece ter acumulado mais experiências de vida do que sucessos em suas missões. Aparentemente, o novo mantra é "mais velhos, mais sábios, e definitivamente mais lentos". Será que ele ainda consegue se esgueirar pelas sombras ou está mais para um "espião na aposentadoria" que sonha com dias de glória enquanto toma um café na varanda?
E vamos combinar, nada grita "ação" mais do que um espião tentando lembrar onde guardou os óculos. Em vez de correr contra o tempo, agora Sam está correndo contra seu próprio corpo. Quem precisa de inimigos quando você tem uma hérnia de disco?
O que não falta neste novo lançamento da Netflix são as promessas de ação e espionagem, mas a única ação que realmente vejo é a de Sam tentando se levantar do sofá. Para quem achava que "Deathwatch" seria uma jornada emocionante, prepare-se para uma aula de fisioterapia com um toque de nostalgia. E para os fãs mais ardorosos, talvez seja hora de aceitar que o tempo passa para todos, até mesmo para os heróis dos videogames.
Então, prepare-se para a estréia em outubro, onde o verdadeiro vilão pode ser o tempo! A única pergunta que resta é: o que vem a seguir? "O Último Ato de Sam Fisher: A Caminhada da Memória"?
#SplinterCell #SamFisher #Netflix #Deathwatch #Anime
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