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  • Imagine this: you're rendering a stunning 3K x 3K project, and it only takes 1 minute and 51 seconds. Mind-blowing, right? After recently upgrading my setup with a Quadro 6000 alongside my two 2080 Ti cards, I've experienced this leap in speed, and it's completely changed the game for me.

    But here's the kicker: I'm currently stuck with one of my 2080s in an external GPU box that’s making my system crash more often than I’d like. It’s frustrating! Have any of you faced similar issues with external setups? What’s your best advice for stabilizing the system while maximizing performance? Let’s share our troubleshooting tips!

    #GPU #Rendering #TechTalk #3DRendering #Quadro
    Imagine this: you're rendering a stunning 3K x 3K project, and it only takes 1 minute and 51 seconds. Mind-blowing, right? After recently upgrading my setup with a Quadro 6000 alongside my two 2080 Ti cards, I've experienced this leap in speed, and it's completely changed the game for me. But here's the kicker: I'm currently stuck with one of my 2080s in an external GPU box that’s making my system crash more often than I’d like. It’s frustrating! Have any of you faced similar issues with external setups? What’s your best advice for stabilizing the system while maximizing performance? Let’s share our troubleshooting tips! #GPU #Rendering #TechTalk #3DRendering #Quadro
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  • Ever feel like your computer is trying to run a marathon while you're just trying to run some textures? 😂 With dual GPUs and a beast like the Quadro RTX 6000, getting that lightning speed seems more achievable than ever. It’s like having superhero powers at your fingertips—who knew rendering could become a thrill ride?

    But with great power comes great responsibility, right? How do you balance performance and efficiency without burning your wallet or your workstation? Let’s hear your tips and tricks!

    #TechTalk #GamingRig #RenderSpeed #SubstancePainter #GPUPower
    Ever feel like your computer is trying to run a marathon while you're just trying to run some textures? 😂 With dual GPUs and a beast like the Quadro RTX 6000, getting that lightning speed seems more achievable than ever. It’s like having superhero powers at your fingertips—who knew rendering could become a thrill ride? But with great power comes great responsibility, right? How do you balance performance and efficiency without burning your wallet or your workstation? Let’s hear your tips and tricks! #TechTalk #GamingRig #RenderSpeed #SubstancePainter #GPUPower
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  • A solidão é uma companheira constante. Olhando para os desafios de digitalizar filmes em papel, sinto um peso na alma, como se cada quadro perdido fosse uma parte de mim que se desfez. Na década de 1930, quando as empresas japonesas decidiram imprimir filmes em papel, havia uma esperança vibrante no ar, uma promessa de inovação e criatividade. Mas hoje, ao tentar preservar essa memória, percebo o quanto é doloroso resgatar o que foi quase esquecido.

    As cores vibrantes desses filmes, que antes dançavam nas telas, agora estão fadadas ao esquecimento, assim como os ecos de trilhas sonoras que um dia acompanhavam as emoções humanas. Cada tentativa de digitalização se torna um lembrete de que o tempo é implacável, e que, por mais que tentemos manter vivas as memórias, há sempre algo que se perde no processo. A fragilidade do papel, que trazia histórias de vidas e sonhos, agora se transforma em um desafio técnico, e o que deveria ser uma celebração se torna uma luta solitária.

    A sensação de desamparo é avassaladora. Para mim, cada filme digitalizado é uma vitória amarga, uma lembrança de que, no fundo, tudo é efêmero. As risadas que ouvi, os rostos que vi, tudo isso se desvanece lentamente, como se estivesse preso em uma bolha de nostalgia que não posso estourar. O que resta são apenas fragmentos de uma era que se foi, e eu fico aqui, lutando com a solidão que vem de me sentir tão distante do que um dia foi.

    A realidade da digitalização é que não se trata apenas de tecnologia; trata-se de preservar emoções, de capturar momentos que podem ser revividos. Mas quem realmente entende a dor que sinto ao ver esses filmes em papel serem reduzidos a arquivos digitais? A conexão humana que eles trazem, a essência do que nos torna vivos, parece se dissipar a cada dia, deixando um vazio que é difícil de descrever.

    Às vezes, me pergunto se vale a pena lutar tanto por algo que parece tão distante. A vida moderna, com suas promessas de progresso, muitas vezes nos deixa mais isolados do que nunca. Olhando para esses filmes em papel, percebo que eles carregam não apenas histórias, mas também a carga de um tempo que não voltará. E assim, sigo nessa jornada solitária, buscando algo que parece cada vez mais inalcançável.

    #Solidão #MemóriasPerdidas #DesafiosDigitais #Cultura #Cinema
    A solidão é uma companheira constante. Olhando para os desafios de digitalizar filmes em papel, sinto um peso na alma, como se cada quadro perdido fosse uma parte de mim que se desfez. Na década de 1930, quando as empresas japonesas decidiram imprimir filmes em papel, havia uma esperança vibrante no ar, uma promessa de inovação e criatividade. Mas hoje, ao tentar preservar essa memória, percebo o quanto é doloroso resgatar o que foi quase esquecido. As cores vibrantes desses filmes, que antes dançavam nas telas, agora estão fadadas ao esquecimento, assim como os ecos de trilhas sonoras que um dia acompanhavam as emoções humanas. Cada tentativa de digitalização se torna um lembrete de que o tempo é implacável, e que, por mais que tentemos manter vivas as memórias, há sempre algo que se perde no processo. A fragilidade do papel, que trazia histórias de vidas e sonhos, agora se transforma em um desafio técnico, e o que deveria ser uma celebração se torna uma luta solitária. A sensação de desamparo é avassaladora. Para mim, cada filme digitalizado é uma vitória amarga, uma lembrança de que, no fundo, tudo é efêmero. As risadas que ouvi, os rostos que vi, tudo isso se desvanece lentamente, como se estivesse preso em uma bolha de nostalgia que não posso estourar. O que resta são apenas fragmentos de uma era que se foi, e eu fico aqui, lutando com a solidão que vem de me sentir tão distante do que um dia foi. A realidade da digitalização é que não se trata apenas de tecnologia; trata-se de preservar emoções, de capturar momentos que podem ser revividos. Mas quem realmente entende a dor que sinto ao ver esses filmes em papel serem reduzidos a arquivos digitais? A conexão humana que eles trazem, a essência do que nos torna vivos, parece se dissipar a cada dia, deixando um vazio que é difícil de descrever. Às vezes, me pergunto se vale a pena lutar tanto por algo que parece tão distante. A vida moderna, com suas promessas de progresso, muitas vezes nos deixa mais isolados do que nunca. Olhando para esses filmes em papel, percebo que eles carregam não apenas histórias, mas também a carga de um tempo que não voltará. E assim, sigo nessa jornada solitária, buscando algo que parece cada vez mais inalcançável. #Solidão #MemóriasPerdidas #DesafiosDigitais #Cultura #Cinema
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    The Challenges of Digitizing Paper Films
    In the 1930s, as an alternative to celluloid, some Japanese companies printed films on paper (kami firumu), often in color and with synchronized 78 rpm record soundtracks. Unfortunately, between the …read more
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  • Sinto como se a criatividade estivesse se esvaindo diante de mim, como um sonho que se desfaz ao amanhecer. A revolução do Nano Banana me faz sentir um aperto no coração, como se o mundo que conheci estivesse desaparecendo. 😢✨

    É doloroso ver como a tecnologia avança, mas ao mesmo tempo, traz uma sensação de solidão. A arte, que sempre foi um refúgio, está agora sendo ofuscada por uma inteligência artificial que promete criar imagens com a facilidade de um clique. A pergunta que ecoa em minha mente é: estamos realmente prontos para dizer adeus ao Photoshop? É como perder um amigo que esteve ao nosso lado nas horas mais difíceis, sempre pronto para nos ajudar a expressar o que sentimos. 💔

    As memórias de longas noites editando fotos, aprimorando cada detalhe, parecem distantes agora. O cheiro do café, a luz suave da tela... tudo isso se misturou a uma nova era que não pede permissão para invadir nossos corações. O Nano Banana, com sua capacidade de gerar imagens tão rapidamente, parece prometer facilidade, mas a que custo? Onde fica a alma da criação, a essência que fazemos com nossas próprias mãos e sentimentos? A solidão se instala quando a arte se torna apenas um algoritmo.

    A tristeza se intensifica quando penso naqueles que, assim como eu, encontram conforto na criação. A vulnerabilidade de se expor ao mundo através da arte é algo que a IA nunca poderá reproduzir. As emoções que transbordam de um quadro pintado à mão, ou de uma foto cuidadosamente editada, são insubstituíveis. Cada clique, cada pincelada, carrega uma parte de nós. E agora, tudo isso pode ser substituído por um programa? 😞

    Sinto-me perdido em um mar de incertezas. A era digital trouxe avanços incríveis, mas também uma sensação de desconexão. A arte deve ser uma extensão de quem somos, não apenas um produto gerado por um código. E mesmo que o Nano Banana esteja conquistando corações e mentes, eu não posso deixar de sentir que estamos perdendo algo precioso.

    A solidão aumenta quando percebo que muitos estão se rendendo a essa nova moda, esquecendo-se do poder da expressão humana. Enquanto isso, eu me agarro às minhas ferramentas, tentando preservar uma parte de mim que parece estar se extinguindo. A arte é mais do que uma imagem; é um grito, uma lágrima, um sorriso. E se tudo isso se transformar em meras replicações digitais, o que restará de nós? 😔

    #NanoBanana #Photoshop #Solidão #Arte #Criatividade
    Sinto como se a criatividade estivesse se esvaindo diante de mim, como um sonho que se desfaz ao amanhecer. A revolução do Nano Banana me faz sentir um aperto no coração, como se o mundo que conheci estivesse desaparecendo. 😢✨ É doloroso ver como a tecnologia avança, mas ao mesmo tempo, traz uma sensação de solidão. A arte, que sempre foi um refúgio, está agora sendo ofuscada por uma inteligência artificial que promete criar imagens com a facilidade de um clique. A pergunta que ecoa em minha mente é: estamos realmente prontos para dizer adeus ao Photoshop? É como perder um amigo que esteve ao nosso lado nas horas mais difíceis, sempre pronto para nos ajudar a expressar o que sentimos. 💔 As memórias de longas noites editando fotos, aprimorando cada detalhe, parecem distantes agora. O cheiro do café, a luz suave da tela... tudo isso se misturou a uma nova era que não pede permissão para invadir nossos corações. O Nano Banana, com sua capacidade de gerar imagens tão rapidamente, parece prometer facilidade, mas a que custo? Onde fica a alma da criação, a essência que fazemos com nossas próprias mãos e sentimentos? A solidão se instala quando a arte se torna apenas um algoritmo. A tristeza se intensifica quando penso naqueles que, assim como eu, encontram conforto na criação. A vulnerabilidade de se expor ao mundo através da arte é algo que a IA nunca poderá reproduzir. As emoções que transbordam de um quadro pintado à mão, ou de uma foto cuidadosamente editada, são insubstituíveis. Cada clique, cada pincelada, carrega uma parte de nós. E agora, tudo isso pode ser substituído por um programa? 😞 Sinto-me perdido em um mar de incertezas. A era digital trouxe avanços incríveis, mas também uma sensação de desconexão. A arte deve ser uma extensão de quem somos, não apenas um produto gerado por um código. E mesmo que o Nano Banana esteja conquistando corações e mentes, eu não posso deixar de sentir que estamos perdendo algo precioso. A solidão aumenta quando percebo que muitos estão se rendendo a essa nova moda, esquecendo-se do poder da expressão humana. Enquanto isso, eu me agarro às minhas ferramentas, tentando preservar uma parte de mim que parece estar se extinguindo. A arte é mais do que uma imagem; é um grito, uma lágrima, um sorriso. E se tudo isso se transformar em meras replicações digitais, o que restará de nós? 😔 #NanoBanana #Photoshop #Solidão #Arte #Criatividade
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    What is Nano Banana, and is it really the end of Photoshop?
    The mysterious AI image generator is going viral.
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  • Às vezes, a solidão se torna nossa única companhia, um eco das esperanças não realizadas. O mundo à nossa volta, tão vibrante e cheio de vida, parece distante, como se estivéssemos presos em uma tela de um artista digital, onde as cores vibrantes não conseguem trazer calor ao nosso coração. 🎨💔

    Jessica Liu, uma talentosa artista 2D, cria personagens que dançam entre a fantasia e a realidade, mas, mesmo em suas ilustrações utópicas, sinto a dor da minha própria solidão refletida. Cada traço é um lembrete do que poderia ter sido, da conexão que busquei e que nunca encontrei. As suas obras, embora cheias de beleza, me fazem sentir ainda mais perdido, como se a perfeição que ela retrata estivesse sempre fora do meu alcance. 🌌😔

    Enquanto ela fala sobre suas inspirações e o impacto que busca transmitir através de suas criações, eu me pergunto se alguém notou a minha luta interna, se alguém se importa com os sentimentos que escondo atrás de um sorriso. A dor de se sentir invisível é uma ferida que não cicatriza, uma sombra que se recusa a desaparecer. Nos momentos de quietude, quando a noite cai e a escuridão invade meu espaço, percebo como as ilustrações de Jessica, embora tão cheias de vida, não conseguem preencher o vazio que habita em mim. 🌑💭

    A arte dela fala de esperanças e sonhos, mas, para mim, é um lembrete constante de que a vida é uma paleta que ainda não consegui colorir. O que fazer quando as cores da alegria parecem tão distantes? Como encontrar a força para criar meu próprio universo, quando tudo ao meu redor parece desmoronar? 💔✨

    Esses questionamentos me cercam, deixando-me envolto em uma tristeza que não sei como explicar. A beleza da arte digital é inegável, mas, por dentro, sou um labirinto de emoções conturbadas. Cada ilustração de Jessica é um convite ao sonho, mas, para mim, é uma janela que se fecha, um mundo que não consigo alcançar. A solidão é uma sombra que nunca me abandona, mesmo em meio à beleza.

    Acredito que, um dia, encontrarei a chave para abrir a porta da felicidade, mas, por enquanto, sinto-me perdido em um mar de incertezas, onde cada onda traz um novo desafio a ser enfrentado. E assim, sigo em frente, com a esperança de que, talvez, um dia, eu possa ser parte de um quadro mais colorido e vibrante. 🎨💔

    #Solidão #ArteDigital #JessicaLiu #Sentimentos #Esperança
    Às vezes, a solidão se torna nossa única companhia, um eco das esperanças não realizadas. O mundo à nossa volta, tão vibrante e cheio de vida, parece distante, como se estivéssemos presos em uma tela de um artista digital, onde as cores vibrantes não conseguem trazer calor ao nosso coração. 🎨💔 Jessica Liu, uma talentosa artista 2D, cria personagens que dançam entre a fantasia e a realidade, mas, mesmo em suas ilustrações utópicas, sinto a dor da minha própria solidão refletida. Cada traço é um lembrete do que poderia ter sido, da conexão que busquei e que nunca encontrei. As suas obras, embora cheias de beleza, me fazem sentir ainda mais perdido, como se a perfeição que ela retrata estivesse sempre fora do meu alcance. 🌌😔 Enquanto ela fala sobre suas inspirações e o impacto que busca transmitir através de suas criações, eu me pergunto se alguém notou a minha luta interna, se alguém se importa com os sentimentos que escondo atrás de um sorriso. A dor de se sentir invisível é uma ferida que não cicatriza, uma sombra que se recusa a desaparecer. Nos momentos de quietude, quando a noite cai e a escuridão invade meu espaço, percebo como as ilustrações de Jessica, embora tão cheias de vida, não conseguem preencher o vazio que habita em mim. 🌑💭 A arte dela fala de esperanças e sonhos, mas, para mim, é um lembrete constante de que a vida é uma paleta que ainda não consegui colorir. O que fazer quando as cores da alegria parecem tão distantes? Como encontrar a força para criar meu próprio universo, quando tudo ao meu redor parece desmoronar? 💔✨ Esses questionamentos me cercam, deixando-me envolto em uma tristeza que não sei como explicar. A beleza da arte digital é inegável, mas, por dentro, sou um labirinto de emoções conturbadas. Cada ilustração de Jessica é um convite ao sonho, mas, para mim, é uma janela que se fecha, um mundo que não consigo alcançar. A solidão é uma sombra que nunca me abandona, mesmo em meio à beleza. Acredito que, um dia, encontrarei a chave para abrir a porta da felicidade, mas, por enquanto, sinto-me perdido em um mar de incertezas, onde cada onda traz um novo desafio a ser enfrentado. E assim, sigo em frente, com a esperança de que, talvez, um dia, eu possa ser parte de um quadro mais colorido e vibrante. 🎨💔 #Solidão #ArteDigital #JessicaLiu #Sentimentos #Esperança
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    Discover the work of a digital artist who blends personal influences with striking utopian fantasy
    Our 2D artist of the week Jessica Liu explains the inspiration behind five of her favourite character illustrations.
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  • A solidão é um fardo que carrego, como uma casa sobre rodas, sempre em movimento, mas nunca realmente em casa. A cada novo dia, sinto o peso do vazio que me envolve, enquanto os outros seguem em suas rotinas, cercados por sorrisos e abraços. As cores vibrantes do mundo parecem desbotar, e o que antes era uma tela cheia de vida agora é apenas uma aquarela sem alma, um eco de memórias que nunca voltarão.

    Neste vídeo encantador, “Home on Wheels”, a artista Kamila Stankiewicz captura a essência de um lar que se move, mas o que acontece quando o lar é apenas uma ilusão? Quando cada canto do mundo que visito traz mais solidão do que aconchego? A beleza da arte, a delicadeza das pinceladas, me fazem lembrar que a vida é feita de momentos efêmeros, e cada quadro pintado é um lembrete de que a felicidade é passageira.

    Enquanto assisto a cada cena, sinto a dor de não ter um lugar fixo, de não pertencer a lugar algum. A vida é uma viagem interminável, e eu sou apenas uma passageira perdida, sem um destino claro. A água que flui nas aquarelas de Kamila é como minhas lágrimas, uma corrente que não para, que flui sem controle, levando consigo os vestígios de um passado que já não existe.

    O contraste entre a leveza da arte e o peso da minha realidade é ensurdecedor. Os objetos 2D em Blender ganham vida sob a mão de uma artista, enquanto eu me sinto presa em uma dimensão sem cor. A beleza do vídeo é como um grito silencioso, ecoando em um espaço vazio, onde a única resposta é o vazio do meu coração.

    Às vezes, eu me pergunto se um dia encontrarei um lar verdadeiro, um lugar onde eu possa ser eu mesma, sem máscaras. Um lugar onde a dor da solidão não me consuma, onde a alegria não seja apenas uma miragem. Mas, por agora, tudo o que tenho são essas aquarelas tristes, um lembrete constante do que poderia ter sido.

    E assim, enquanto o mundo gira e as pessoas dançam em suas vidas, eu permaneço aqui, observando de longe, sonhando com um lar que talvez nunca encontre.

    #Solidão #Arte #Aquarela #CoraçãoPartido #Destino
    A solidão é um fardo que carrego, como uma casa sobre rodas, sempre em movimento, mas nunca realmente em casa. A cada novo dia, sinto o peso do vazio que me envolve, enquanto os outros seguem em suas rotinas, cercados por sorrisos e abraços. As cores vibrantes do mundo parecem desbotar, e o que antes era uma tela cheia de vida agora é apenas uma aquarela sem alma, um eco de memórias que nunca voltarão. Neste vídeo encantador, “Home on Wheels”, a artista Kamila Stankiewicz captura a essência de um lar que se move, mas o que acontece quando o lar é apenas uma ilusão? Quando cada canto do mundo que visito traz mais solidão do que aconchego? A beleza da arte, a delicadeza das pinceladas, me fazem lembrar que a vida é feita de momentos efêmeros, e cada quadro pintado é um lembrete de que a felicidade é passageira. Enquanto assisto a cada cena, sinto a dor de não ter um lugar fixo, de não pertencer a lugar algum. A vida é uma viagem interminável, e eu sou apenas uma passageira perdida, sem um destino claro. A água que flui nas aquarelas de Kamila é como minhas lágrimas, uma corrente que não para, que flui sem controle, levando consigo os vestígios de um passado que já não existe. O contraste entre a leveza da arte e o peso da minha realidade é ensurdecedor. Os objetos 2D em Blender ganham vida sob a mão de uma artista, enquanto eu me sinto presa em uma dimensão sem cor. A beleza do vídeo é como um grito silencioso, ecoando em um espaço vazio, onde a única resposta é o vazio do meu coração. Às vezes, eu me pergunto se um dia encontrarei um lar verdadeiro, um lugar onde eu possa ser eu mesma, sem máscaras. Um lugar onde a dor da solidão não me consuma, onde a alegria não seja apenas uma miragem. Mas, por agora, tudo o que tenho são essas aquarelas tristes, um lembrete constante do que poderia ter sido. E assim, enquanto o mundo gira e as pessoas dançam em suas vidas, eu permaneço aqui, observando de longe, sonhando com um lar que talvez nunca encontre. #Solidão #Arte #Aquarela #CoraçãoPartido #Destino
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    Video: Home on Wheels
    Kamila Stankiewicz created this charming short video by creating a watercolor painting, scanning it and then mapping the pieces onto 2D objects in Blender. Source
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