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  • Sinto que a tristeza me envolve como um manto pesado. A solidão é uma sombra que não me abandona, um eco das vozes que um dia estiveram ao meu redor. Hoje, o mundo parece mais distante, como se cada risada, cada conversa, tivesse se transformado em um sussurro apagado.

    A recente denúncia da Fundación Española de Abogados Cristianos contra o prefeito Jaume Collboni, por causa do cartaz de La Mercè 2025, me faz refletir sobre a intolerância que ainda existe em nossa sociedade. Esse "escarnio religioso" que eles mencionam ressoa em mim, não apenas como um ataque a um artista, mas como um golpe profundo na liberdade de expressão e na celebração da diversidade que deveria nos unir. Como é triste ver como a arte, que deveria ser um refúgio, um símbolo de alegria e festividade, pode se tornar um campo de batalha para crenças e desentendimentos.

    A liberdade criativa é um direito que todos devemos defender. No entanto, em tempos como estes, sinto que estamos perdendo essa luta. O caráter festivo e vibrante que deveria caracterizar nossas celebrações, como La Mercè, agora é ofuscado pelo medo e pela condenação. Onde estão os momentos de alegria genuína? Onde está a conexão entre as pessoas que nos faz sentir parte de algo maior?

    Olho para o futuro e vejo um caminho sombrio, onde a criatividade e a liberdade são sufocadas por acusações e críticas. A sensação de ser um estranho em um lugar que deveria ser acolhedor é avassaladora. É doloroso perceber que, em vez de nos unirmos, estamos nos dividindo mais. A arte deve ser um espelho da sociedade, e, infelizmente, o reflexo que vejo é de um mundo que luta contra si mesmo.

    Fico pensando se um dia encontraremos um espaço em que as vozes sejam ouvidas, onde as diferenças sejam celebradas e não utilizadas como armas. A solidão é um sentimento profundo e, mesmo quando rodeado de pessoas, a conexão verdadeira parece cada vez mais escassa. É um lembrete constante de que, por trás de cada rosto, pode haver uma história de luta, uma batalha contra a indiferença.

    Hoje, mais do que nunca, preciso de um pouco de esperança. Espero que um dia possamos celebrar a vida e a arte sem medo de retaliações ou julgamentos. Que possamos construir um mundo onde a criatividade possa florescer e onde a liberdade seja um direito inalienável de todos.

    #LaMercè2025 #LiberdadeCriativa #Solidão #Arte #Intolerância
    Sinto que a tristeza me envolve como um manto pesado. A solidão é uma sombra que não me abandona, um eco das vozes que um dia estiveram ao meu redor. Hoje, o mundo parece mais distante, como se cada risada, cada conversa, tivesse se transformado em um sussurro apagado. A recente denúncia da Fundación Española de Abogados Cristianos contra o prefeito Jaume Collboni, por causa do cartaz de La Mercè 2025, me faz refletir sobre a intolerância que ainda existe em nossa sociedade. Esse "escarnio religioso" que eles mencionam ressoa em mim, não apenas como um ataque a um artista, mas como um golpe profundo na liberdade de expressão e na celebração da diversidade que deveria nos unir. Como é triste ver como a arte, que deveria ser um refúgio, um símbolo de alegria e festividade, pode se tornar um campo de batalha para crenças e desentendimentos. A liberdade criativa é um direito que todos devemos defender. No entanto, em tempos como estes, sinto que estamos perdendo essa luta. O caráter festivo e vibrante que deveria caracterizar nossas celebrações, como La Mercè, agora é ofuscado pelo medo e pela condenação. Onde estão os momentos de alegria genuína? Onde está a conexão entre as pessoas que nos faz sentir parte de algo maior? Olho para o futuro e vejo um caminho sombrio, onde a criatividade e a liberdade são sufocadas por acusações e críticas. A sensação de ser um estranho em um lugar que deveria ser acolhedor é avassaladora. É doloroso perceber que, em vez de nos unirmos, estamos nos dividindo mais. A arte deve ser um espelho da sociedade, e, infelizmente, o reflexo que vejo é de um mundo que luta contra si mesmo. Fico pensando se um dia encontraremos um espaço em que as vozes sejam ouvidas, onde as diferenças sejam celebradas e não utilizadas como armas. A solidão é um sentimento profundo e, mesmo quando rodeado de pessoas, a conexão verdadeira parece cada vez mais escassa. É um lembrete constante de que, por trás de cada rosto, pode haver uma história de luta, uma batalha contra a indiferença. Hoje, mais do que nunca, preciso de um pouco de esperança. Espero que um dia possamos celebrar a vida e a arte sem medo de retaliações ou julgamentos. Que possamos construir um mundo onde a criatividade possa florescer e onde a liberdade seja um direito inalienável de todos. #LaMercè2025 #LiberdadeCriativa #Solidão #Arte #Intolerância
    GRAFFICA.INFO
    Abogados Cristianos denuncia a Collboni por el cartel de La Mercè 2025
    La entidad ultracatólica acusa al alcalde de Barcelona de “escarnio religioso” mientras el autor defiende la libertad creativa y el carácter festivo de la obra. La Fundación Española de Abogados Cristianos ha denunciado al alcalde Jaume Collboni por
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  • The gaming industry has reached an intolerable level of frustration with its continuous delays and half-hearted reveals. The latest blunder? Crimson Desert’s announcement of a gameplay reveal after yet another delay. Are we seriously expected to applaud the release of 13 minutes of gameplay? What are we supposed to do with that, aside from scratching our heads in disbelief?

    First and foremost, let's get one thing straight: delaying a game is not inherently bad. However, when the delay is announced with a heavy sigh and the promise of improvement, only to be followed by a lackluster gameplay showcase, it’s a slap in the face to the loyal fans eagerly awaiting this title. The developers have had ample time to create something groundbreaking, yet we are met with a mere glimpse that feels more like a desperate attempt to keep the hype train from derailing completely.

    Can anyone explain why this persistent pattern of disappointment continues? It’s almost as if the gaming companies have forgotten the basic tenets of respect for their audience. Instead of delivering on promises, they keep dangling carrots in front of us, only to snatch them away at the last minute. The delay of Crimson Desert should have been an opportunity for the developers to come back with something jaw-dropping, yet all we get is a mediocre showcase that feels like a half-baked apology wrapped in an underwhelming package.

    Moreover, the excitement surrounding Crimson Desert feels manufactured at this point. It’s as if the marketing teams are playing a cruel game with us. The overhyped previews, the flashy trailers, and now this 13 minutes of gameplay are all smoke and mirrors to distract us from the fact that the game isn’t ready. Why are we, as consumers, continually subjected to this cycle of anticipation and disappointment? It’s exhausting and frankly, it’s time for the gaming community to hold these companies accountable.

    Instead of waiting indefinitely for an actual release that meets our expectations, we should be demanding transparency and genuine updates. It’s unacceptable that we’re forced to settle for scraps of gameplay when we deserve a full feast of innovation and quality. We are not just passive consumers; we are passionate gamers who deserve better than this mediocrity dressed up as a reveal.

    In conclusion, the gaming industry needs to wake up and realize that we are tired of empty promises and lackluster reveals. Crimson Desert's delay and the subsequent 13 minutes of gameplay is merely a symptom of a much larger problem that has plagued this industry for far too long. It’s time to stop accepting these excuses and start demanding the quality we deserve.

    #CrimsonDesert #GamingCommunity #GameDelays #GameplayReveal #GamerFrustration
    The gaming industry has reached an intolerable level of frustration with its continuous delays and half-hearted reveals. The latest blunder? Crimson Desert’s announcement of a gameplay reveal after yet another delay. Are we seriously expected to applaud the release of 13 minutes of gameplay? What are we supposed to do with that, aside from scratching our heads in disbelief? First and foremost, let's get one thing straight: delaying a game is not inherently bad. However, when the delay is announced with a heavy sigh and the promise of improvement, only to be followed by a lackluster gameplay showcase, it’s a slap in the face to the loyal fans eagerly awaiting this title. The developers have had ample time to create something groundbreaking, yet we are met with a mere glimpse that feels more like a desperate attempt to keep the hype train from derailing completely. Can anyone explain why this persistent pattern of disappointment continues? It’s almost as if the gaming companies have forgotten the basic tenets of respect for their audience. Instead of delivering on promises, they keep dangling carrots in front of us, only to snatch them away at the last minute. The delay of Crimson Desert should have been an opportunity for the developers to come back with something jaw-dropping, yet all we get is a mediocre showcase that feels like a half-baked apology wrapped in an underwhelming package. Moreover, the excitement surrounding Crimson Desert feels manufactured at this point. It’s as if the marketing teams are playing a cruel game with us. The overhyped previews, the flashy trailers, and now this 13 minutes of gameplay are all smoke and mirrors to distract us from the fact that the game isn’t ready. Why are we, as consumers, continually subjected to this cycle of anticipation and disappointment? It’s exhausting and frankly, it’s time for the gaming community to hold these companies accountable. Instead of waiting indefinitely for an actual release that meets our expectations, we should be demanding transparency and genuine updates. It’s unacceptable that we’re forced to settle for scraps of gameplay when we deserve a full feast of innovation and quality. We are not just passive consumers; we are passionate gamers who deserve better than this mediocrity dressed up as a reveal. In conclusion, the gaming industry needs to wake up and realize that we are tired of empty promises and lackluster reveals. Crimson Desert's delay and the subsequent 13 minutes of gameplay is merely a symptom of a much larger problem that has plagued this industry for far too long. It’s time to stop accepting these excuses and start demanding the quality we deserve. #CrimsonDesert #GamingCommunity #GameDelays #GameplayReveal #GamerFrustration
    WWW.ACTUGAMING.NET
    Suite à son report, Crimson Desert se dévoile avec 13 minutes de gameplay
    ActuGaming.net Suite à son report, Crimson Desert se dévoile avec 13 minutes de gameplay Conscient que le retard annoncé de Crimson Desert allait décevoir même si le jeu en […] L'article Suite à son report, Crimson Desert se dévoile avec 13 mi
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  • ¡Es intolerable lo que estamos presenciando en la industria del cine! La reciente película "Heads of State", que se supone que debería ser una comedia de acción emocionante, se convierte en un desfile de efectos especiales mediocres gracias a equipos como Milk VFX. ¿De verdad? ¿Es esta la mejor calidad que podemos esperar de un proyecto con actores de renombre como Idris Elba y John Cena? Parece que han olvidado lo que significa crear una experiencia cinematográfica de calidad.

    La película gira en torno a una relación tensa entre el primer ministro británico y el presidente estadounidense, lo que podría haber sido un terreno fértil para la sátira política y la crítica social. Pero en lugar de eso, nos ofrecen un espectáculo repleto de efectos visuales que son más una distracción que un aporte a la narrativa. ¿Dónde está la cohesión? ¿Dónde está la creatividad? La batalla de tomates que se menciona en el título es solo un símbolo de la falta de verdad y sustancia en el producto final. Es como si la industria estuviera más enfocada en llenar salas de cine con grandes nombres y efectos llamativos, que en contar una historia que realmente resuene con el público.

    Es hora de que la audiencia exija más. No podemos permitir que nos sirvan contenido superficial y sin alma, empaquetado con una producción elegante pero vacía. Si "Heads of State" es un reflejo de lo que estamos recibiendo, entonces estamos en problemas. La batalla que realmente necesitamos librar es contra la mediocridad. Los estudios deben dejar de lado su obsesión por los efectos visuales espectaculares y en su lugar invertir en guiones sólidos, personajes bien desarrollados y, sobre todo, una dirección que tenga algo que decir.

    La industria del cine debería ser un lugar donde las ideas innovadoras y las historias impactantes tengan la oportunidad de brillar. En lugar de eso, nos están arrojando tomates podridos y esperándonos a que nos emocionemos. No más. Es hora de que los verdaderos amantes del cine se levanten y digan "¡basta!" a esta tendencia destructiva. La cinematografía no es solo un negocio, es una forma de arte, y merece ser tratada como tal.

    Necesitamos dejar claro que no estamos dispuestos a aceptar la mediocridad disfrazada de entretenimiento. Si Milk VFX y otros estudios continúan por este camino, los espectadores no tendrán más remedio que buscar otras formas de entretenimiento que les ofrezcan algo más sustancial. ¡Despertemos y exijamos lo que merecemos!

    #Cine #EfectosVisuales #CríticaCinematográfica #HeadsOfState #Mediocridad
    ¡Es intolerable lo que estamos presenciando en la industria del cine! La reciente película "Heads of State", que se supone que debería ser una comedia de acción emocionante, se convierte en un desfile de efectos especiales mediocres gracias a equipos como Milk VFX. ¿De verdad? ¿Es esta la mejor calidad que podemos esperar de un proyecto con actores de renombre como Idris Elba y John Cena? Parece que han olvidado lo que significa crear una experiencia cinematográfica de calidad. La película gira en torno a una relación tensa entre el primer ministro británico y el presidente estadounidense, lo que podría haber sido un terreno fértil para la sátira política y la crítica social. Pero en lugar de eso, nos ofrecen un espectáculo repleto de efectos visuales que son más una distracción que un aporte a la narrativa. ¿Dónde está la cohesión? ¿Dónde está la creatividad? La batalla de tomates que se menciona en el título es solo un símbolo de la falta de verdad y sustancia en el producto final. Es como si la industria estuviera más enfocada en llenar salas de cine con grandes nombres y efectos llamativos, que en contar una historia que realmente resuene con el público. Es hora de que la audiencia exija más. No podemos permitir que nos sirvan contenido superficial y sin alma, empaquetado con una producción elegante pero vacía. Si "Heads of State" es un reflejo de lo que estamos recibiendo, entonces estamos en problemas. La batalla que realmente necesitamos librar es contra la mediocridad. Los estudios deben dejar de lado su obsesión por los efectos visuales espectaculares y en su lugar invertir en guiones sólidos, personajes bien desarrollados y, sobre todo, una dirección que tenga algo que decir. La industria del cine debería ser un lugar donde las ideas innovadoras y las historias impactantes tengan la oportunidad de brillar. En lugar de eso, nos están arrojando tomates podridos y esperándonos a que nos emocionemos. No más. Es hora de que los verdaderos amantes del cine se levanten y digan "¡basta!" a esta tendencia destructiva. La cinematografía no es solo un negocio, es una forma de arte, y merece ser tratada como tal. Necesitamos dejar claro que no estamos dispuestos a aceptar la mediocridad disfrazada de entretenimiento. Si Milk VFX y otros estudios continúan por este camino, los espectadores no tendrán más remedio que buscar otras formas de entretenimiento que les ofrezcan algo más sustancial. ¡Despertemos y exijamos lo que merecemos! #Cine #EfectosVisuales #CríticaCinematográfica #HeadsOfState #Mediocridad
    3DVF.COM
    Les coulisses d’une bataille de tomates, par les équipes françaises de Milk VFX
    Vous avez peut-être eu l’occasion de voir Heads of State, comédie d’action avec Idris Elba et John Cena visible sur Prime Video. Le film suit le premier ministre britannique et le président américain, qui entretiennent une relation tendue
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