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  • ## Introdução

    O universo de "SORNA" continua a nos surpreender com suas narrativas eletrizantes e reviravoltas inesperadas. No décimo episódio, intitulado "A Armadilha Reptiliana", o enredo se aprofunda em um dilema angustiante que Jacob enfrenta após se separar de Ray, seu único companheiro sobrevivente de um acidente de avião na temível Ilha Sorna. Neste artigo, exploraremos as complexidades da trama, o papel fascinante dos dinossauros, especialmente do velociraptor, e como a habilidade únic...
    ## Introdução O universo de "SORNA" continua a nos surpreender com suas narrativas eletrizantes e reviravoltas inesperadas. No décimo episódio, intitulado "A Armadilha Reptiliana", o enredo se aprofunda em um dilema angustiante que Jacob enfrenta após se separar de Ray, seu único companheiro sobrevivente de um acidente de avião na temível Ilha Sorna. Neste artigo, exploraremos as complexidades da trama, o papel fascinante dos dinossauros, especialmente do velociraptor, e como a habilidade únic...
    SORNA - Episódio 10: A Armadilha Reptiliana
    ## Introdução O universo de "SORNA" continua a nos surpreender com suas narrativas eletrizantes e reviravoltas inesperadas. No décimo episódio, intitulado "A Armadilha Reptiliana", o enredo se aprofunda em um dilema angustiante que Jacob enfrenta após se separar de Ray, seu único companheiro sobrevivente de um acidente de avião na temível Ilha Sorna. Neste artigo, exploraremos as...
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  • Quando a Atari decidiu lançar "Adventure of Samsara", um Metroidvania que promete ser mais difícil que subir uma montanha de roupas sujas, a comunidade gamer mal podia conter a empolgação. Afinal, quem não quer um desafio que faça "Dark Souls" parecer um passeio no parque? Mas, como o destino adora brincar com os jogadores, a Atari escolheu lançar seu jogo no mesmo dia que "Silksong", o título que muitos esperavam como se fosse a segunda vinda de um salvador pixelado.

    É quase poético, não? "Adventure of Samsara", um jogo que merece ser celebrado, enterrado sob o peso das expectativas de "Silksong". Enquanto jogadores se preparam para a nova aventura com Hornet, a Atari deve ter pensado: "Vamos colocar nosso jogo em uma caixa e ver o que acontece". Spoiler: o que aconteceu foi que o jogo foi completamente esquecido, como se fosse um trote no meio de uma conversa séria.

    Se você acha que a Atari não sabia que estava se metendo em um duelo impossível, pense novamente. É como se a história da humanidade estivesse se repetindo: um guerreiro corajoso, armado até os dentes, enfrentando um dragão que já tem uma legião de fãs. Enquanto "Silksong" é cercado de amor e expectativa, "Adventure of Samsara" parece ter sido enviado para o exílio em uma ilha deserta de indiferença.

    E o que dizer da dificuldade de "Adventure of Samsara"? Pode-se dizer que é como a vida: cheia de armadilhas e reviravoltas. Mas, claro, quem precisa de desafios quando você tem a oportunidade de pular, correr e lutar com um dos personagens mais amados do universo indie? A única coisa que "Adventure of Samsara" realmente conseguiu foi criar um novo termo para "desaparecer na obscuridade".

    Os desenvolvedores da Atari devem estar se perguntando como conseguir um pouco de atenção agora. Talvez uma campanha de marketing que envolva lançar uma versão "super difícil" do jogo em um dia que não seja o mesmo que o lançamento de um dos títulos mais esperados do ano. Ou, quem sabe, uma parceria com a equipe de "Silksong" para um crossover épico? Podemos imaginar: "Hornet vs. Samsara: O duelo dos esquecidos".

    No fim das contas, a lição é clara: se você tem um jogo incrível, escolha bem seu dia de lançamento. E se você está planejando lançar um Metroidvania, talvez seja melhor ficar de olho no calendário e, quem sabe, evitar competir com um dos jogos mais amados da comunidade.

    #Atari #AdventureOfSamsara #Silksong #Metroidvania #GamingCommunity
    Quando a Atari decidiu lançar "Adventure of Samsara", um Metroidvania que promete ser mais difícil que subir uma montanha de roupas sujas, a comunidade gamer mal podia conter a empolgação. Afinal, quem não quer um desafio que faça "Dark Souls" parecer um passeio no parque? Mas, como o destino adora brincar com os jogadores, a Atari escolheu lançar seu jogo no mesmo dia que "Silksong", o título que muitos esperavam como se fosse a segunda vinda de um salvador pixelado. É quase poético, não? "Adventure of Samsara", um jogo que merece ser celebrado, enterrado sob o peso das expectativas de "Silksong". Enquanto jogadores se preparam para a nova aventura com Hornet, a Atari deve ter pensado: "Vamos colocar nosso jogo em uma caixa e ver o que acontece". Spoiler: o que aconteceu foi que o jogo foi completamente esquecido, como se fosse um trote no meio de uma conversa séria. Se você acha que a Atari não sabia que estava se metendo em um duelo impossível, pense novamente. É como se a história da humanidade estivesse se repetindo: um guerreiro corajoso, armado até os dentes, enfrentando um dragão que já tem uma legião de fãs. Enquanto "Silksong" é cercado de amor e expectativa, "Adventure of Samsara" parece ter sido enviado para o exílio em uma ilha deserta de indiferença. E o que dizer da dificuldade de "Adventure of Samsara"? Pode-se dizer que é como a vida: cheia de armadilhas e reviravoltas. Mas, claro, quem precisa de desafios quando você tem a oportunidade de pular, correr e lutar com um dos personagens mais amados do universo indie? A única coisa que "Adventure of Samsara" realmente conseguiu foi criar um novo termo para "desaparecer na obscuridade". Os desenvolvedores da Atari devem estar se perguntando como conseguir um pouco de atenção agora. Talvez uma campanha de marketing que envolva lançar uma versão "super difícil" do jogo em um dia que não seja o mesmo que o lançamento de um dos títulos mais esperados do ano. Ou, quem sabe, uma parceria com a equipe de "Silksong" para um crossover épico? Podemos imaginar: "Hornet vs. Samsara: O duelo dos esquecidos". No fim das contas, a lição é clara: se você tem um jogo incrível, escolha bem seu dia de lançamento. E se você está planejando lançar um Metroidvania, talvez seja melhor ficar de olho no calendário e, quem sabe, evitar competir com um dos jogos mais amados da comunidade. #Atari #AdventureOfSamsara #Silksong #Metroidvania #GamingCommunity
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    Atari Put Out A Super-Tough Metroidvania The Same Day As Silksong And You’ll Never Guess What Happened
    Adventure of Samsara deserves much better than being buried alive The post Atari Put Out A Super-Tough Metroidvania The Same Day As <i>Silksong</i> And You’ll Never Guess What Happened appeared first on Kotaku.
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  • Não dá mais para ignorar o péssimo estado em que a sociedade se encontra quando se fala de organização e planejamento. A nova moda dos "melhores planejadores de 2025" é um reflexo claro de um problema muito mais profundo: a nossa obsessão por soluções digitais que, na verdade, só complicam nossa vida. O artigo "9 Best Planners of 2025: Weekly, Daily, and Monthly" tenta nos convencer de que as ferramentas digitais são sempre superiores. Mas, vamos ser sinceros, isso é uma grande mentira!

    Quantas vezes você já se sentiu frustrado tentando acompanhar sua vida em um aplicativo que travou no momento mais crítico? Ou quantas vezes você perdeu informações importantes porque simplesmente não conseguiu acessar aquele bloco de notas virtual? Enquanto isso, os planejadores físicos, que estão sendo deixados de lado, provam ser muito mais confiáveis e eficazes. Não é hora de acordar e perceber que os planejadores digitais não são a solução mágica que todos pensam?

    A verdade é que a tecnologia, ao invés de facilitar nossa vida, muitas vezes a torna um verdadeiro caos. Vamos falar sobre as agendas e cadernos que foram testados pelo WIRED. Se eles realmente são eficazes, então por que tantos de nós ainda lutamos para organizar nossas tarefas diárias? É hora de parar de olhar para as telas e começar a valorizar o que realmente funciona: um bom e velho caderno e uma caneta.

    Além disso, a pressão para se adaptar a essas "novas" ferramentas digitais só aumenta. O que era para ser uma ajuda, virou uma fonte de estresse. A ideia de que precisamos estar sempre conectados e atualizados é uma armadilha feita pelas empresas de tecnologia, que só querem lucros em cima da nossa desorganização. Não podemos mais cair nessa conversa fiada de que um app é a solução para todos os nossos problemas. Planejadores físicos são práticas testadas e comprovadas que realmente funcionam!

    Precisamos de uma revolução na maneira como pensamos sobre planejamento. O que precisamos é de um retorno ao básico, onde podemos anotar nossos pensamentos, planos e tarefas em algo tangível. É hora de rejeitar a ideia de que os planejadores digitais são sempre superiores. Eles não são! A tecnologia não é a resposta para tudo, e a nossa saúde mental e bem-estar merecem mais do que aplicativos falhos e promessas vazias.

    Vamos parar de ser enganados e começar a valorizar o que realmente funciona. Chega de confiar em tecnologia que só nos decepciona! É hora de abraçar cadernos e canetas, e deixar a frustração digital para trás.

    #Planejamento #Agendas #Tecnologia #Organização #SaúdeMental
    Não dá mais para ignorar o péssimo estado em que a sociedade se encontra quando se fala de organização e planejamento. A nova moda dos "melhores planejadores de 2025" é um reflexo claro de um problema muito mais profundo: a nossa obsessão por soluções digitais que, na verdade, só complicam nossa vida. O artigo "9 Best Planners of 2025: Weekly, Daily, and Monthly" tenta nos convencer de que as ferramentas digitais são sempre superiores. Mas, vamos ser sinceros, isso é uma grande mentira! Quantas vezes você já se sentiu frustrado tentando acompanhar sua vida em um aplicativo que travou no momento mais crítico? Ou quantas vezes você perdeu informações importantes porque simplesmente não conseguiu acessar aquele bloco de notas virtual? Enquanto isso, os planejadores físicos, que estão sendo deixados de lado, provam ser muito mais confiáveis e eficazes. Não é hora de acordar e perceber que os planejadores digitais não são a solução mágica que todos pensam? A verdade é que a tecnologia, ao invés de facilitar nossa vida, muitas vezes a torna um verdadeiro caos. Vamos falar sobre as agendas e cadernos que foram testados pelo WIRED. Se eles realmente são eficazes, então por que tantos de nós ainda lutamos para organizar nossas tarefas diárias? É hora de parar de olhar para as telas e começar a valorizar o que realmente funciona: um bom e velho caderno e uma caneta. Além disso, a pressão para se adaptar a essas "novas" ferramentas digitais só aumenta. O que era para ser uma ajuda, virou uma fonte de estresse. A ideia de que precisamos estar sempre conectados e atualizados é uma armadilha feita pelas empresas de tecnologia, que só querem lucros em cima da nossa desorganização. Não podemos mais cair nessa conversa fiada de que um app é a solução para todos os nossos problemas. Planejadores físicos são práticas testadas e comprovadas que realmente funcionam! Precisamos de uma revolução na maneira como pensamos sobre planejamento. O que precisamos é de um retorno ao básico, onde podemos anotar nossos pensamentos, planos e tarefas em algo tangível. É hora de rejeitar a ideia de que os planejadores digitais são sempre superiores. Eles não são! A tecnologia não é a resposta para tudo, e a nossa saúde mental e bem-estar merecem mais do que aplicativos falhos e promessas vazias. Vamos parar de ser enganados e começar a valorizar o que realmente funciona. Chega de confiar em tecnologia que só nos decepciona! É hora de abraçar cadernos e canetas, e deixar a frustração digital para trás. #Planejamento #Agendas #Tecnologia #Organização #SaúdeMental
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    9 Best Planners of 2025: Weekly, Daily, and Monthly
    Digital tools are not always superior. Here are some WIRED-tested agendas and notebooks to keep you on track.
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  • A indústria digital está em um estado lamentável, e a questão do Google 3 Pack é um exemplo gritante de como a tecnologia pode falhar em atender às necessidades reais dos negócios. O que é esse "Google 3 Pack"? É simplesmente um sistema de classificação que determina quais empresas aparecem nas principais posições do Google, e, honestamente, isso é um verdadeiro pesadelo para muitas pequenas e médias empresas.

    Primeiramente, vamos falar sobre a injustiça desse sistema. O Google 3 Pack é uma loteria disfarçada de meritocracia. Muitas empresas, que realmente oferecem produtos e serviços de qualidade, são deixadas de fora apenas porque não têm os recursos financeiros para competir em um espaço dominado por gigantes. É inaceitável que o sucesso de um negócio, que deveria ser baseado na qualidade e no esforço, dependa de um algoritmo opaco e caprichoso.

    E o que dizer da "importância" do Google 3 Pack? É uma armadilha! As empresas se tornam obcecadas em "classificar" nesse espaço, gastando tempo e dinheiro em estratégias de SEO que muitas vezes não levam a nada. O que deveria ser uma oportunidade para pequenos negócios prosperarem, se transforma em um campo de batalha onde apenas os mais ricos e melhor preparados conseguem sobreviver. Isso é um escândalo!

    A pressão para "classificar" no Google 3 Pack leva muitos empresários a adotar práticas duvidosas, como comprar avaliações falsas ou manipular a localização dos negócios. Em vez de incentivar a transparência e a autenticidade, o Google acaba alimentando um ciclo vicioso de desonestidade. E adivinhem? Isso não só prejudica as empresas honestas, mas também cria uma experiência de usuário decepcionante para consumidores que estão em busca de qualidade real.

    É hora de acordarmos! Precisamos exigir mudanças. O Google deve ser responsabilizado por permitir que essa situação continue. A verdade é que todas as empresas, independentemente do tamanho ou orçamento, deveriam ter uma chance justa de serem vistas e reconhecidas por seu trabalho duro. O Google 3 Pack não é apenas uma falha técnica; é uma falha moral. Precisamos de um sistema que realmente promova a diversidade e a qualidade, em vez de um que favoreça os monstros corporativos.

    Vamos nos unir e exigir um Google mais justo, que trate todos os negócios com igualdade! Chega de permitir que um simples algoritmo determine o futuro de tantos empreendimentos. Precisamos de uma verdadeira revolução no mundo digital, e isso começa com a conscientização e a ação coletiva.

    #Google3Pack #InjustiçaDigital #SEO #RevoluçãoEmpresarial #PequenosNegócios
    A indústria digital está em um estado lamentável, e a questão do Google 3 Pack é um exemplo gritante de como a tecnologia pode falhar em atender às necessidades reais dos negócios. O que é esse "Google 3 Pack"? É simplesmente um sistema de classificação que determina quais empresas aparecem nas principais posições do Google, e, honestamente, isso é um verdadeiro pesadelo para muitas pequenas e médias empresas. Primeiramente, vamos falar sobre a injustiça desse sistema. O Google 3 Pack é uma loteria disfarçada de meritocracia. Muitas empresas, que realmente oferecem produtos e serviços de qualidade, são deixadas de fora apenas porque não têm os recursos financeiros para competir em um espaço dominado por gigantes. É inaceitável que o sucesso de um negócio, que deveria ser baseado na qualidade e no esforço, dependa de um algoritmo opaco e caprichoso. E o que dizer da "importância" do Google 3 Pack? É uma armadilha! As empresas se tornam obcecadas em "classificar" nesse espaço, gastando tempo e dinheiro em estratégias de SEO que muitas vezes não levam a nada. O que deveria ser uma oportunidade para pequenos negócios prosperarem, se transforma em um campo de batalha onde apenas os mais ricos e melhor preparados conseguem sobreviver. Isso é um escândalo! A pressão para "classificar" no Google 3 Pack leva muitos empresários a adotar práticas duvidosas, como comprar avaliações falsas ou manipular a localização dos negócios. Em vez de incentivar a transparência e a autenticidade, o Google acaba alimentando um ciclo vicioso de desonestidade. E adivinhem? Isso não só prejudica as empresas honestas, mas também cria uma experiência de usuário decepcionante para consumidores que estão em busca de qualidade real. É hora de acordarmos! Precisamos exigir mudanças. O Google deve ser responsabilizado por permitir que essa situação continue. A verdade é que todas as empresas, independentemente do tamanho ou orçamento, deveriam ter uma chance justa de serem vistas e reconhecidas por seu trabalho duro. O Google 3 Pack não é apenas uma falha técnica; é uma falha moral. Precisamos de um sistema que realmente promova a diversidade e a qualidade, em vez de um que favoreça os monstros corporativos. Vamos nos unir e exigir um Google mais justo, que trate todos os negócios com igualdade! Chega de permitir que um simples algoritmo determine o futuro de tantos empreendimentos. Precisamos de uma verdadeira revolução no mundo digital, e isso começa com a conscientização e a ação coletiva. #Google3Pack #InjustiçaDigital #SEO #RevoluçãoEmpresarial #PequenosNegócios
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    What Is the Google 3 Pack? And How to Rank in It
    Learn what the Google 3 pack is, why it‘s important for your business, and how to rank in it consistently.
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  • Wplace é a nova sensação nas redes sociais, um suposto "Google Maps para pixel art". Mas, vamos ser sinceros: isso é apenas mais uma fadiga digital que nos distrai do que realmente importa. O que a cidade de alguém realmente parece? Uma pergunta tão ingênua e, ao mesmo tempo, ridiculamente complexa. A verdade é que, enquanto nos perdemos em explorar pixels e gráficos, estamos ignorando as questões reais que afetam nossas comunidades.

    Primeiro, vamos falar sobre a superficialidade dessa plataforma. Quem precisa de uma representação digital de sua cidade em pixel art quando a realidade é que muitas cidades estão em ruínas, com problemas de infraestrutura, falta de segurança e serviços básicos sendo negligenciados? O que Wplace realmente faz é desviar nossa atenção dos problemas urgentes que enfrentamos. Em vez de nos unirmos para resolver questões como a acessibilidade, a educação e a saúde pública, estamos lá, hipnotizados pela estética de um gráfico que, convenhamos, não vai mudar nada na vida real!

    E o que dizer do tempo que perdemos explorando essas representações pixeladas? É uma armadilha! Uma maneira astuta de nos manter ocupados enquanto as coisas desmoronam ao nosso redor. Você realmente acha que importa qual é a aparência da sua cidade em pixel art quando você não pode sequer caminhar pelas ruas sem se preocupar com a violência? A distração digital é uma forma de controle social, e Wplace é apenas mais uma ferramenta nesse arsenal.

    Além disso, o que é essa ideia de "explorar" algo que não existe? As cidades são vivas, pulsantes, cheias de história e de pessoas. Não são meras representações gráficas que podem ser moldadas e manipuladas ao bel-prazer de um desenvolvedor. Essa abordagem reduz a riqueza cultural e social de uma cidade a meras caricaturas, desumanizando os lugares que amamos e as pessoas que os habitam.

    E temos que discutir a questão da acessibilidade. Será que todos têm acesso a essa plataforma? Ou estamos apenas criando mais um espaço digital onde apenas uma certa classe social pode participar? Isso é exclusão, e não inclusão! Wplace pode ser uma ferramenta legal para alguns, mas para muitos, é apenas mais uma barreira que os separa da verdadeira representação da sua comunidade.

    Em resumo, Wplace é um exemplo perfeito de como a tecnologia pode nos distrair das questões reais. Em vez de olhar para o que realmente importa, estamos perdendo tempo em uma plataforma que não vai resolver nossos problemas, apenas nos dar uma nova forma de escapar da realidade. A próxima vez que você estiver prestes a perder horas explorando a sua cidade em pixel art, pense em como poderia usar esse tempo para fazer algo que realmente importe, como se envolver em sua comunidade ou até mesmo ajudar a resolver os problemas que afligem sua cidade. É hora de acordar e parar de se deixar levar por essas ilusões digitais!

    #Wplace #pixelart #tecnologia #comunidade #realidade
    Wplace é a nova sensação nas redes sociais, um suposto "Google Maps para pixel art". Mas, vamos ser sinceros: isso é apenas mais uma fadiga digital que nos distrai do que realmente importa. O que a cidade de alguém realmente parece? Uma pergunta tão ingênua e, ao mesmo tempo, ridiculamente complexa. A verdade é que, enquanto nos perdemos em explorar pixels e gráficos, estamos ignorando as questões reais que afetam nossas comunidades. Primeiro, vamos falar sobre a superficialidade dessa plataforma. Quem precisa de uma representação digital de sua cidade em pixel art quando a realidade é que muitas cidades estão em ruínas, com problemas de infraestrutura, falta de segurança e serviços básicos sendo negligenciados? O que Wplace realmente faz é desviar nossa atenção dos problemas urgentes que enfrentamos. Em vez de nos unirmos para resolver questões como a acessibilidade, a educação e a saúde pública, estamos lá, hipnotizados pela estética de um gráfico que, convenhamos, não vai mudar nada na vida real! E o que dizer do tempo que perdemos explorando essas representações pixeladas? É uma armadilha! Uma maneira astuta de nos manter ocupados enquanto as coisas desmoronam ao nosso redor. Você realmente acha que importa qual é a aparência da sua cidade em pixel art quando você não pode sequer caminhar pelas ruas sem se preocupar com a violência? A distração digital é uma forma de controle social, e Wplace é apenas mais uma ferramenta nesse arsenal. Além disso, o que é essa ideia de "explorar" algo que não existe? As cidades são vivas, pulsantes, cheias de história e de pessoas. Não são meras representações gráficas que podem ser moldadas e manipuladas ao bel-prazer de um desenvolvedor. Essa abordagem reduz a riqueza cultural e social de uma cidade a meras caricaturas, desumanizando os lugares que amamos e as pessoas que os habitam. E temos que discutir a questão da acessibilidade. Será que todos têm acesso a essa plataforma? Ou estamos apenas criando mais um espaço digital onde apenas uma certa classe social pode participar? Isso é exclusão, e não inclusão! Wplace pode ser uma ferramenta legal para alguns, mas para muitos, é apenas mais uma barreira que os separa da verdadeira representação da sua comunidade. Em resumo, Wplace é um exemplo perfeito de como a tecnologia pode nos distrair das questões reais. Em vez de olhar para o que realmente importa, estamos perdendo tempo em uma plataforma que não vai resolver nossos problemas, apenas nos dar uma nova forma de escapar da realidade. A próxima vez que você estiver prestes a perder horas explorando a sua cidade em pixel art, pense em como poderia usar esse tempo para fazer algo que realmente importe, como se envolver em sua comunidade ou até mesmo ajudar a resolver os problemas que afligem sua cidade. É hora de acordar e parar de se deixar levar por essas ilusões digitais! #Wplace #pixelart #tecnologia #comunidade #realidade
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    Wplace is the Google Maps for pixel art, and I can't stop exploring it
    What does your city look like?
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  • A publicidade online é uma farsa! É inacreditável como as empresas se aproveitam da ingenuidade das pessoas para empurrar produtos inúteis e serviços de péssima qualidade. O que deveria ser uma ferramenta para ajudar os consumidores a encontrar o que realmente precisam se transformou em uma máquina de enganar. Você já parou para pensar em como funciona a publicidade online? É uma rede de manipulação, onde os algoritmos sabem exatamente como atacar suas fraquezas!

    O artigo "O que é publicidade online? O guia completo para iniciantes" tenta nos convencer de que toda essa confusão é uma ciência, mas a verdade é que é uma arte de enganar. As empresas estão mais preocupadas em lançar campanhas que sejam clicáveis do que em fornecer produtos que realmente entreguem o que prometem. E quem paga o preço? Você! O consumidor desavisado que acredita em todas aquelas promessas vazias.

    As plataformas de anúncios online, como Google e Facebook, alimentam esse ciclo vicioso. Elas criam um ecossistema onde você, o usuário, está preso em um loop infinito de anúncios intrusivos que não têm nada a ver com suas necessidades reais. E o que é pior, cada vez que você clica em um anúncio, você está alimentando essa máquina opressora. É como entrar em um labirinto, onde cada esquina é um novo truque para tirar seu dinheiro!

    E o que dizer sobre a privacidade? Essas empresas coletam dados seus a cada clique, a cada interação. Você acha que está navegando livremente? Pense novamente! Na verdade, você é apenas uma marionete nas mãos de anunciantes que estão prontos para explorar cada fraqueza sua. Isso não é apenas um erro técnico; é uma violação da dignidade humana!

    É hora de acordar, sociedade! Não podemos continuar a aceitar essa situação. Precisamos exigir transparência e ética na publicidade online. Precisamos de um sistema que priorize o consumidor, não os lucros exorbitantes das empresas. A publicidade online deveria ajudar a conectar pessoas a produtos e serviços que realmente importam, não ser uma armadilha para roubar nosso dinheiro e nossa privacidade.

    Portanto, da próxima vez que você se deparar com um anúncio online, pergunte-se: isso é realmente útil? Ou é apenas mais uma maneira de me manipular? Chega de ser enganado! A hora da mudança é agora!

    #PublicidadeOnline #ManipulaçãoDigital #Privacidade #ConsumoConsciente #AcordaSociedade
    A publicidade online é uma farsa! É inacreditável como as empresas se aproveitam da ingenuidade das pessoas para empurrar produtos inúteis e serviços de péssima qualidade. O que deveria ser uma ferramenta para ajudar os consumidores a encontrar o que realmente precisam se transformou em uma máquina de enganar. Você já parou para pensar em como funciona a publicidade online? É uma rede de manipulação, onde os algoritmos sabem exatamente como atacar suas fraquezas! O artigo "O que é publicidade online? O guia completo para iniciantes" tenta nos convencer de que toda essa confusão é uma ciência, mas a verdade é que é uma arte de enganar. As empresas estão mais preocupadas em lançar campanhas que sejam clicáveis do que em fornecer produtos que realmente entreguem o que prometem. E quem paga o preço? Você! O consumidor desavisado que acredita em todas aquelas promessas vazias. As plataformas de anúncios online, como Google e Facebook, alimentam esse ciclo vicioso. Elas criam um ecossistema onde você, o usuário, está preso em um loop infinito de anúncios intrusivos que não têm nada a ver com suas necessidades reais. E o que é pior, cada vez que você clica em um anúncio, você está alimentando essa máquina opressora. É como entrar em um labirinto, onde cada esquina é um novo truque para tirar seu dinheiro! E o que dizer sobre a privacidade? Essas empresas coletam dados seus a cada clique, a cada interação. Você acha que está navegando livremente? Pense novamente! Na verdade, você é apenas uma marionete nas mãos de anunciantes que estão prontos para explorar cada fraqueza sua. Isso não é apenas um erro técnico; é uma violação da dignidade humana! É hora de acordar, sociedade! Não podemos continuar a aceitar essa situação. Precisamos exigir transparência e ética na publicidade online. Precisamos de um sistema que priorize o consumidor, não os lucros exorbitantes das empresas. A publicidade online deveria ajudar a conectar pessoas a produtos e serviços que realmente importam, não ser uma armadilha para roubar nosso dinheiro e nossa privacidade. Portanto, da próxima vez que você se deparar com um anúncio online, pergunte-se: isso é realmente útil? Ou é apenas mais uma maneira de me manipular? Chega de ser enganado! A hora da mudança é agora! #PublicidadeOnline #ManipulaçãoDigital #Privacidade #ConsumoConsciente #AcordaSociedade
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    What Is Online Advertising? The Complete Beginner’s Guide
    Learn what online advertising is, how it works, and the main ad types. Plus, how to launch a campaign.
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  • Não é de se surpreender que o mundo do Blender tenha caído em um abismo de mediocridade com tutoriais como "Como criar uma interseção de tráfego FANTÁSTICA com tráfego no Blender". O que essa abordagem oferece é um desfile de frustração em vez de uma verdadeira solução para os problemas que enfrentamos ao modelar cenários urbanos. Vamos ser sinceros: a ideia de que "The Roads Must Roll" é a ferramenta mais personalizável para ruas é uma piada de mau gosto.

    Primeiro, quem realmente precisa de mais um tutorial que promete resultados fotorealistas com o "menor esforço possível"? Isso é uma ilusão! O que precisamos não é de mais ferramentas que apenas mascaram a falta de habilidade, mas sim de métodos que nos ensinem a entender o que estamos fazendo. Criar uma interseção de tráfego não deve ser uma tarefa simplificada a um clique, mas uma experiência que nos ensina sobre urbanismo e design de tráfego. Ao invés disso, somos bombardeados com promessas vazias e resultados que muitas vezes não se traduzem na realidade.

    E o que dizer do uso da "personalização" nesse contexto? A personalização é frequentemente uma armadilha que nos faz acreditar que temos controle total, enquanto na verdade estamos apenas manipulando elementos pré-fabricados que não se encaixam na complexidade do mundo real. O que é um "roundabout" ou uma junção em Y em comparação com as realidades caóticas do tráfego urbano? Esses tutoriais nos oferecem uma visão romântica e superficial, enquanto ignoram os problemas reais que ocorrem nas interseções.

    Além disso, a ideia de que o tráfego está "incluído" é uma piada. É um recurso que deveria ser um padrão, não uma adição. A representação do tráfego em qualquer software de modelagem é um aspecto crítico que deve ser tratado com seriedade, e não como um mero detalhe para ser adicionado depois. A falta de atenção a esses detalhes é um reflexo da falta de compromisso com a qualidade e a autenticidade.

    É hora de parar de adorar ferramentas que prometem mundos e fundos e começar a exigir um conteúdo que realmente nos ensine e desafie. Precisamos de tutoriais que sejam sinceros sobre as complexidades do design urbano e não de soluções rápidas que só nos levam a modelos vazios e sem vida.

    O Blender merece mais do que isso, e nós, como comunidade, também merecemos. Vamos parar de nos contentar com menos e exigir conteúdos que realmente agreguem valor ao nosso aprendizado e habilidades. Chega de promessas enganosas!

    #Blender #Tráfego #DesignUrbano #Interseções #Modelagem3D
    Não é de se surpreender que o mundo do Blender tenha caído em um abismo de mediocridade com tutoriais como "Como criar uma interseção de tráfego FANTÁSTICA com tráfego no Blender". O que essa abordagem oferece é um desfile de frustração em vez de uma verdadeira solução para os problemas que enfrentamos ao modelar cenários urbanos. Vamos ser sinceros: a ideia de que "The Roads Must Roll" é a ferramenta mais personalizável para ruas é uma piada de mau gosto. Primeiro, quem realmente precisa de mais um tutorial que promete resultados fotorealistas com o "menor esforço possível"? Isso é uma ilusão! O que precisamos não é de mais ferramentas que apenas mascaram a falta de habilidade, mas sim de métodos que nos ensinem a entender o que estamos fazendo. Criar uma interseção de tráfego não deve ser uma tarefa simplificada a um clique, mas uma experiência que nos ensina sobre urbanismo e design de tráfego. Ao invés disso, somos bombardeados com promessas vazias e resultados que muitas vezes não se traduzem na realidade. E o que dizer do uso da "personalização" nesse contexto? A personalização é frequentemente uma armadilha que nos faz acreditar que temos controle total, enquanto na verdade estamos apenas manipulando elementos pré-fabricados que não se encaixam na complexidade do mundo real. O que é um "roundabout" ou uma junção em Y em comparação com as realidades caóticas do tráfego urbano? Esses tutoriais nos oferecem uma visão romântica e superficial, enquanto ignoram os problemas reais que ocorrem nas interseções. Além disso, a ideia de que o tráfego está "incluído" é uma piada. É um recurso que deveria ser um padrão, não uma adição. A representação do tráfego em qualquer software de modelagem é um aspecto crítico que deve ser tratado com seriedade, e não como um mero detalhe para ser adicionado depois. A falta de atenção a esses detalhes é um reflexo da falta de compromisso com a qualidade e a autenticidade. É hora de parar de adorar ferramentas que prometem mundos e fundos e começar a exigir um conteúdo que realmente nos ensine e desafie. Precisamos de tutoriais que sejam sinceros sobre as complexidades do design urbano e não de soluções rápidas que só nos levam a modelos vazios e sem vida. O Blender merece mais do que isso, e nós, como comunidade, também merecemos. Vamos parar de nos contentar com menos e exigir conteúdos que realmente agreguem valor ao nosso aprendizado e habilidades. Chega de promessas enganosas! #Blender #Tráfego #DesignUrbano #Interseções #Modelagem3D
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    How to Make an AWESOME Traffic Intersection with Traffic in Blender [$]
    PieterVermeersch shows you how to build your own custom traffic intersection using the 'The Roads Must Roll' add-on for Blender. And yes — traffic is included! The Roads Must Roll is the most customizable street tool for Blender, offering the most ph
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  • A realidade virtual está em constante evolução, mas parece que as empresas, como a Sharp, estão perdidas em um labirinto de inovações sem propósito! O novo controlador haptique VR lançado pela Sharp é um exemplo claro de como a tecnologia pode se tornar uma armadilha de marketing vazia. Estamos falando de um dispositivo que, teoricamente, deveria melhorar a experiência do usuário com o sentido do toque, mas a verdade é que não passa de uma tentativa desesperada de capturar a atenção de um público que já está saturado de promessas não cumpridas.

    Primeiramente, quem realmente precisa de um controlador haptique VR? A indústria de jogos e experiências em realidade virtual tem uma longa história de promessas grandiosas que nunca se concretizam. Agora, a Sharp entra na dança, como se a simples adição de tecnologia tátil fosse a solução mágica para todos os problemas da realidade virtual. É como colocar um adesivo em um carro quebrado e esperar que ele volte a rodar! Onde estão as inovações que realmente importam, como melhorias na qualidade de imagem, melhor acessibilidade ou experiências mais imersivas? Em vez disso, somos bombardeados com gadgets que, no final das contas, não fazem nada além de ocupar espaço.

    A descrição do controlador sugere que o "sentido do toque é um domínio que pouco exploramos na realidade virtual". Isso é um eufemismo ridículo! O que estamos realmente vendo é uma indústria que se recusa a olhar para o que os usuários realmente desejam. A realidade virtual deveria ser uma experiência completa, mas com acessórios como esse, estamos apenas arranhando a superfície. É um insulto à inteligência do consumidor!

    E não vamos esquecer do preço! A Sharp, assim como outras empresas, não hesitará em cobrar uma fortuna por um produto que, na melhor das hipóteses, é apenas uma adição marginal à experiência do usuário. Essa mentalidade de "o que importa é o lucro" está destruindo a inovação, fazendo com que produtos realmente úteis e revolucionários sejam deixados de lado em favor de gadgets que parecem mais um truque de mágica do que uma solução real.

    Em resumo, o controlador haptique VR da Sharp é apenas mais uma tentativa de vender fumaça. A indústria da realidade virtual precisa de soluções que realmente melhorem a experiência do usuário, não de mais equipamentos que se somam à pilha de promessas vazias. Estamos cansados desse ciclo interminável de frustrações e decepcionantes lançamentos! Chega de inovações superficiais; queremos algo que realmente faça a diferença!

    #RealidadeVirtual #Tecnologia #Inovação #Sharp #ControleHaptico
    A realidade virtual está em constante evolução, mas parece que as empresas, como a Sharp, estão perdidas em um labirinto de inovações sem propósito! O novo controlador haptique VR lançado pela Sharp é um exemplo claro de como a tecnologia pode se tornar uma armadilha de marketing vazia. Estamos falando de um dispositivo que, teoricamente, deveria melhorar a experiência do usuário com o sentido do toque, mas a verdade é que não passa de uma tentativa desesperada de capturar a atenção de um público que já está saturado de promessas não cumpridas. Primeiramente, quem realmente precisa de um controlador haptique VR? A indústria de jogos e experiências em realidade virtual tem uma longa história de promessas grandiosas que nunca se concretizam. Agora, a Sharp entra na dança, como se a simples adição de tecnologia tátil fosse a solução mágica para todos os problemas da realidade virtual. É como colocar um adesivo em um carro quebrado e esperar que ele volte a rodar! Onde estão as inovações que realmente importam, como melhorias na qualidade de imagem, melhor acessibilidade ou experiências mais imersivas? Em vez disso, somos bombardeados com gadgets que, no final das contas, não fazem nada além de ocupar espaço. A descrição do controlador sugere que o "sentido do toque é um domínio que pouco exploramos na realidade virtual". Isso é um eufemismo ridículo! O que estamos realmente vendo é uma indústria que se recusa a olhar para o que os usuários realmente desejam. A realidade virtual deveria ser uma experiência completa, mas com acessórios como esse, estamos apenas arranhando a superfície. É um insulto à inteligência do consumidor! E não vamos esquecer do preço! A Sharp, assim como outras empresas, não hesitará em cobrar uma fortuna por um produto que, na melhor das hipóteses, é apenas uma adição marginal à experiência do usuário. Essa mentalidade de "o que importa é o lucro" está destruindo a inovação, fazendo com que produtos realmente úteis e revolucionários sejam deixados de lado em favor de gadgets que parecem mais um truque de mágica do que uma solução real. Em resumo, o controlador haptique VR da Sharp é apenas mais uma tentativa de vender fumaça. A indústria da realidade virtual precisa de soluções que realmente melhorem a experiência do usuário, não de mais equipamentos que se somam à pilha de promessas vazias. Estamos cansados desse ciclo interminável de frustrações e decepcionantes lançamentos! Chega de inovações superficiais; queremos algo que realmente faça a diferença! #RealidadeVirtual #Tecnologia #Inovação #Sharp #ControleHaptico
    WWW.REALITE-VIRTUELLE.COM
    Sharp lance un contrôleur haptique VR, et on n’a qu’une envie : le prendre en main
    Le sens du toucher est un domaine que l’on a peu exploré en réalité virtuelle. […] Cet article Sharp lance un contrôleur haptique VR, et on n’a qu’une envie : le prendre en main a été publié sur REALITE-VIRTUELLE.COM.
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  • Antoine Bagattini lançou a versão 2 do Baga River Generator para Blender, e eu não consigo deixar de sentir uma frustração imensa com essa situação! É incrível como um produto que deveria ser uma inovação se transforma em mais uma armadilha para os criadores de conteúdo. Sério, o que estamos fazendo com nossas vidas quando aceitamos "novos recursos" que, na verdade, são apenas uma repaginação de algo que deveria ter sido aprimorado muito antes?

    Esse add-on que promete criar rios 3D detalhados a partir de "apenas um plano e uma curva" é um exemplo clássico de como a tecnologia pode nos enganar. Os desenvolvedores estão nos vendendo a ideia de que isso é uma mágica, mas na verdade, estamos apenas lidando com uma simplificação do que já existe. Quantas vezes precisamos ver ferramentas que prometem revolucionar nosso trabalho, mas no fim das contas, é só mais uma gimmick que não entrega o que promete?

    E não vamos esquecer das atualizações. A versão 2 do Baga River Generator deveria trazer novidades significativas, mas o que realmente vemos? Novos recursos que são, no fundo, apenas ajustes estéticos. Onde está a inovação real? Onde está a melhoria na performance que realmente importa para nós, usuários que dependemos dessas ferramentas no nosso dia a dia?

    A verdade é que o mercado está saturado de ferramentas que prometem mundos e fundos, mas que no final das contas, apenas criam uma camada de confusão e frustração. Estamos falando de Blender, uma plataforma que deveria ser um exemplo de eficiência e criatividade, mas que está se tornando uma vitrine de promessas vazias.

    E a comunidade? A comunidade precisa exigir mais! Não podemos mais aceitar esse tipo de mediocridade. Precisamos de verdadeiros avanços e não de "atualizações" que apenas camuflam problemas antigos. A cada nova versão, somos bombardeados com promessas que mais parecem táticas de marketing do que melhorias reais. É hora de parar de ser conivente com essa falta de respeito pelo tempo e pela criatividade dos usuários.

    Se você é um criador de conteúdo, é hora de abrir os olhos e perceber que não precisamos nos contentar com menos. Devemos exigir que os desenvolvedores, como Antoine Bagattini, entreguem produtos que realmente atendam às nossas necessidades, e não apenas mais uma ferramenta que parece boa na superfície, mas que não resolve os problemas que enfrentamos diariamente.

    É hora de nos unirmos e demandar uma mudança real. A tecnologia deve ser uma aliada, e não mais uma fonte de frustração. A versão 2 do Baga River Generator pode até ter algumas funcionalidades novas, mas no fundo, é apenas mais uma tentativa de nos vender algo que já deveria ter sido resolvido muito antes!

    #BagaRiverGenerator #Blender #Inovação #CriaçãoDeConteúdo #Tecnologia
    Antoine Bagattini lançou a versão 2 do Baga River Generator para Blender, e eu não consigo deixar de sentir uma frustração imensa com essa situação! É incrível como um produto que deveria ser uma inovação se transforma em mais uma armadilha para os criadores de conteúdo. Sério, o que estamos fazendo com nossas vidas quando aceitamos "novos recursos" que, na verdade, são apenas uma repaginação de algo que deveria ter sido aprimorado muito antes? Esse add-on que promete criar rios 3D detalhados a partir de "apenas um plano e uma curva" é um exemplo clássico de como a tecnologia pode nos enganar. Os desenvolvedores estão nos vendendo a ideia de que isso é uma mágica, mas na verdade, estamos apenas lidando com uma simplificação do que já existe. Quantas vezes precisamos ver ferramentas que prometem revolucionar nosso trabalho, mas no fim das contas, é só mais uma gimmick que não entrega o que promete? E não vamos esquecer das atualizações. A versão 2 do Baga River Generator deveria trazer novidades significativas, mas o que realmente vemos? Novos recursos que são, no fundo, apenas ajustes estéticos. Onde está a inovação real? Onde está a melhoria na performance que realmente importa para nós, usuários que dependemos dessas ferramentas no nosso dia a dia? A verdade é que o mercado está saturado de ferramentas que prometem mundos e fundos, mas que no final das contas, apenas criam uma camada de confusão e frustração. Estamos falando de Blender, uma plataforma que deveria ser um exemplo de eficiência e criatividade, mas que está se tornando uma vitrine de promessas vazias. E a comunidade? A comunidade precisa exigir mais! Não podemos mais aceitar esse tipo de mediocridade. Precisamos de verdadeiros avanços e não de "atualizações" que apenas camuflam problemas antigos. A cada nova versão, somos bombardeados com promessas que mais parecem táticas de marketing do que melhorias reais. É hora de parar de ser conivente com essa falta de respeito pelo tempo e pela criatividade dos usuários. Se você é um criador de conteúdo, é hora de abrir os olhos e perceber que não precisamos nos contentar com menos. Devemos exigir que os desenvolvedores, como Antoine Bagattini, entreguem produtos que realmente atendam às nossas necessidades, e não apenas mais uma ferramenta que parece boa na superfície, mas que não resolve os problemas que enfrentamos diariamente. É hora de nos unirmos e demandar uma mudança real. A tecnologia deve ser uma aliada, e não mais uma fonte de frustração. A versão 2 do Baga River Generator pode até ter algumas funcionalidades novas, mas no fundo, é apenas mais uma tentativa de nos vender algo que já deveria ter sido resolvido muito antes! #BagaRiverGenerator #Blender #Inovação #CriaçãoDeConteúdo #Tecnologia
    WWW.CGCHANNEL.COM
    Antoine Bagattini releases Baga River Generator v2 for Blender
    Neat add-on creates detailed 3D rivers for animation or visualization work from 'just a plane and a curve'. Check out its new features.
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  • Se tem uma coisa que me irrita profundamente neste mundo, é a maneira como as empresas, como a Amazon, tentam nos enganar com suas promoções enganosas. Olhando para os "11 Melhores Ofertas de Aspiradores de Pó no Amazon Prime Day de 2025", me pergunto: será que estamos realmente tão cegos para a manipulação que nos rodeia?

    Primeiro de tudo, vamos falar sobre essa obsessão por gadgets de limpeza. A sociedade está tão obcecada com a ideia de que precisamos de um novo aspirador, seja um Dyson ou um "dupe", que esquecemos o básico: a limpeza não precisa custar uma fortuna! Por que somos forçados a acreditar que precisamos do último modelo de aspirador de pó para lidar com a poeira e a sujeira? É simplesmente uma estratégia de marketing para nos fazer gastar dinheiro que não temos em produtos que muitas vezes não precisamos!

    E não me faça começar a falar sobre as "ofertas" do Prime Day. O que exatamente representa essa "melhor oferta"? A Amazon e outras empresas de varejo se aproveitam de datas como essa para inflacionar os preços antes e depois, fazendo com que uma redução de preço pareça uma grande vitória! Você realmente acha que o seu novo aspirador de pó, que você comprou com tanto sacrifício, vai mudar sua vida? Spoiler: não vai. A única coisa que vai mudar é o saldo da sua conta bancária.

    E por que sempre precisamos de um novo gadget? As empresas nos fazem acreditar que a tecnologia é a resposta para todos os nossos problemas, quando na verdade, a simplicidade é a solução. Um aspirador de pó básico pode fazer o trabalho tão bem quanto qualquer modelo caro e sofisticado. Estamos tão atolados na cultura do consumo que esquecemos o valor do que já possuímos.

    Por fim, é preciso ressaltar que a verdadeira questão não é se você deve ou não comprar um aspirador de pó novo, mas sim por que somos tão facilmente manipulados por estratégias de marketing agressivas. A vida não deve ser sobre acumular gadgets de limpeza, mas sobre encontrar soluções práticas e sustentáveis que nos ajudem a viver de maneira mais consciente.

    Portanto, da próxima vez que você se deparar com as "melhores ofertas" de aspiradores de pó no Amazon Prime Day, lembre-se: não caia nessa armadilha. Questione, pesquise e acima de tudo, não deixe que o marketing decida por você!

    #Desperdício #ConsumoConsciente #MarketingEnganoso #AspiradoresDePó #PrimeDay
    Se tem uma coisa que me irrita profundamente neste mundo, é a maneira como as empresas, como a Amazon, tentam nos enganar com suas promoções enganosas. Olhando para os "11 Melhores Ofertas de Aspiradores de Pó no Amazon Prime Day de 2025", me pergunto: será que estamos realmente tão cegos para a manipulação que nos rodeia? Primeiro de tudo, vamos falar sobre essa obsessão por gadgets de limpeza. A sociedade está tão obcecada com a ideia de que precisamos de um novo aspirador, seja um Dyson ou um "dupe", que esquecemos o básico: a limpeza não precisa custar uma fortuna! Por que somos forçados a acreditar que precisamos do último modelo de aspirador de pó para lidar com a poeira e a sujeira? É simplesmente uma estratégia de marketing para nos fazer gastar dinheiro que não temos em produtos que muitas vezes não precisamos! E não me faça começar a falar sobre as "ofertas" do Prime Day. O que exatamente representa essa "melhor oferta"? A Amazon e outras empresas de varejo se aproveitam de datas como essa para inflacionar os preços antes e depois, fazendo com que uma redução de preço pareça uma grande vitória! Você realmente acha que o seu novo aspirador de pó, que você comprou com tanto sacrifício, vai mudar sua vida? Spoiler: não vai. A única coisa que vai mudar é o saldo da sua conta bancária. E por que sempre precisamos de um novo gadget? As empresas nos fazem acreditar que a tecnologia é a resposta para todos os nossos problemas, quando na verdade, a simplicidade é a solução. Um aspirador de pó básico pode fazer o trabalho tão bem quanto qualquer modelo caro e sofisticado. Estamos tão atolados na cultura do consumo que esquecemos o valor do que já possuímos. Por fim, é preciso ressaltar que a verdadeira questão não é se você deve ou não comprar um aspirador de pó novo, mas sim por que somos tão facilmente manipulados por estratégias de marketing agressivas. A vida não deve ser sobre acumular gadgets de limpeza, mas sobre encontrar soluções práticas e sustentáveis que nos ajudem a viver de maneira mais consciente. Portanto, da próxima vez que você se deparar com as "melhores ofertas" de aspiradores de pó no Amazon Prime Day, lembre-se: não caia nessa armadilha. Questione, pesquise e acima de tudo, não deixe que o marketing decida por você! #Desperdício #ConsumoConsciente #MarketingEnganoso #AspiradoresDePó #PrimeDay
    WWW.WIRED.COM
    11 Best Amazon Prime Day Vacuum Deals for Dust and Dirt in 2025
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