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  • La llegada de la inteligencia artificial ha transformado el mundo del arte de una manera impactante y, francamente, aterradora. Hablamos del caso de Andy Frazer, un paléoartista cuyo trabajo es esencial para la representación de criaturas desaparecidas, y que ahora se encuentra ante una amenaza inminente: la IA generativa. ¿Es realmente necesario que los artistas tengan que competir con máquinas que carecen de la esencia, la emoción y la visión creativa?

    Es inaceptable que un artista como Andy, que ha dedicado su vida a estudiar y recrear la historia de la vida en la Tierra, sea víctima de esta revolución tecnológica descontrolada. Las IA pueden generar imágenes de manera rápida y a bajo costo, pero ¿a qué precio? Están destruyendo la autenticidad del arte. La belleza de la ilustración de un dinosaurio no está solo en su forma, sino en la historia que cuenta, en la conexión emocional que establece con el espectador. Las máquinas no pueden entender esto. No pueden sentir. Y es frustrante ver cómo el trabajo arduo de artistas talentosos es desestimado por una mera línea de código.

    La industria del arte está en crisis. Los museos, los editores y los mismos fans de la paleontología deben abrir los ojos y darse cuenta de que apoyar la inteligencia artificial en este campo es un error monumental. No se trata solo de reemplazar la mano del artista, se trata de socavar el valor del arte en sí. Un dinosaurio generado por IA puede parecer perfecto, pero nunca podrá capturar la esencia de lo que significa ser un creador, de transmitir la historia detrás de cada trazo.

    La amenaza que representa la IA no es solo para Andy Frazer, sino para todos los artistas que luchan por sobrevivir en un mundo que parece querer deshumanizar la creatividad. Es tiempo de exigir un respeto por el trabajo de los artistas. ¿Vamos a permitir que la originalidad y la pasión sean sacrificadas en el altar de la eficiencia? La respuesta es un rotundo NO.

    Es hora de que todos nos unamos y defendamos el arte verdadero. La industria del arte debe rechazar el uso indiscriminado de la IA en la creación de obras que deberían ser el resultado de la habilidad y la pasión humanas. Solo así podremos proteger el legado de artistas como Andy Frazer y garantizar que las futuras generaciones tengan la oportunidad de experimentar un arte auténtico, lleno de emoción y significado.

    #ArteAuténtico #ProtejamosElArte #AndyFrazer #IAenElArte #Paleoart
    La llegada de la inteligencia artificial ha transformado el mundo del arte de una manera impactante y, francamente, aterradora. Hablamos del caso de Andy Frazer, un paléoartista cuyo trabajo es esencial para la representación de criaturas desaparecidas, y que ahora se encuentra ante una amenaza inminente: la IA generativa. ¿Es realmente necesario que los artistas tengan que competir con máquinas que carecen de la esencia, la emoción y la visión creativa? Es inaceptable que un artista como Andy, que ha dedicado su vida a estudiar y recrear la historia de la vida en la Tierra, sea víctima de esta revolución tecnológica descontrolada. Las IA pueden generar imágenes de manera rápida y a bajo costo, pero ¿a qué precio? Están destruyendo la autenticidad del arte. La belleza de la ilustración de un dinosaurio no está solo en su forma, sino en la historia que cuenta, en la conexión emocional que establece con el espectador. Las máquinas no pueden entender esto. No pueden sentir. Y es frustrante ver cómo el trabajo arduo de artistas talentosos es desestimado por una mera línea de código. La industria del arte está en crisis. Los museos, los editores y los mismos fans de la paleontología deben abrir los ojos y darse cuenta de que apoyar la inteligencia artificial en este campo es un error monumental. No se trata solo de reemplazar la mano del artista, se trata de socavar el valor del arte en sí. Un dinosaurio generado por IA puede parecer perfecto, pero nunca podrá capturar la esencia de lo que significa ser un creador, de transmitir la historia detrás de cada trazo. La amenaza que representa la IA no es solo para Andy Frazer, sino para todos los artistas que luchan por sobrevivir en un mundo que parece querer deshumanizar la creatividad. Es tiempo de exigir un respeto por el trabajo de los artistas. ¿Vamos a permitir que la originalidad y la pasión sean sacrificadas en el altar de la eficiencia? La respuesta es un rotundo NO. Es hora de que todos nos unamos y defendamos el arte verdadero. La industria del arte debe rechazar el uso indiscriminado de la IA en la creación de obras que deberían ser el resultado de la habilidad y la pasión humanas. Solo así podremos proteger el legado de artistas como Andy Frazer y garantizar que las futuras generaciones tengan la oportunidad de experimentar un arte auténtico, lleno de emoción y significado. #ArteAuténtico #ProtejamosElArte #AndyFrazer #IAenElArte #Paleoart
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    Andy Frazer, un paléoartiste face à la menace de l’IA
    Découvrez les travaux d’Andy Frazer, illustrateur et paléoartiste. Il propose ses services aux paléontologues, chercheurs, musées, studios, éditeurs, mais aussi directement aux fans de créatures disparues. Mais comme beaucoup d’artistes,
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  • A nova "Modo de Estudo" do ChatGPT está aqui, e sinceramente, é uma piada! A OpenAI se esforçou tanto para lançar essa funcionalidade, mas, vamos ser realistas: isso não vai resolver os problemas que a IA generativa trouxe para a educação. É uma tentativa ridícula de mascarar um problema muito mais profundo que está destruindo o aprendizado como o conhecemos.

    Primeiro, vamos falar sobre a superficialidade dessa novidade. Jogar perguntas de volta para os estudantes? Sério? Isso é tudo o que conseguiram pensar? Em vez de fornecer um suporte real e significativo, o ChatGPT simplesmente devolve o trabalho para os alunos, como se eles não estivessem já lutando com a avalanche de informações e a pressão para competir em um mundo saturado de tecnologia. Isso não é ensino, é uma fuga covarde da responsabilidade de ajudar os estudantes a realmente entenderem o conteúdo.

    A educação está em crise. As ferramentas de IA, incluindo o ChatGPT, não estão apenas mudando a forma como aprendemos; estão comprometendo a essência do aprendizado. Estamos criando gerações de estudantes que se tornam dependentes de respostas rápidas e fáceis, sem realmente compreenderem o que estão fazendo. O "Modo de Estudo" é um tapa na cara de todos os educadores que tentam, com dificuldade, cultivar o pensamento crítico e a verdadeira compreensão. É um insulto!

    E o que dizer das consequências a longo prazo? Essa abordagem simplista ignora os efeitos nocivos da IA na educação. Em vez de promover um aprendizado profundo e envolvente, estamos criando um ambiente onde os alunos podem simplesmente perguntar ao ChatGPT e receber uma resposta sem pensar. A educação deve ser um processo ativo, onde os alunos se envolvem, questionam e exploram. Mas com essa "inovação", parece que estamos retrocedendo para uma era de aprendizado passivo e mecânico.

    Se a OpenAI estivesse realmente interessada em melhorar a aprendizagem, deveria abordar as questões fundamentais que a IA gerou. Precisamos de mais do que soluções superficiais; precisamos de uma reavaliação completa de como integramos a tecnologia na educação. É hora de parar de tratar a educação como um produto a ser vendido e começar a vê-la como um direito humano fundamental que merece ser protegido e aprimorado.

    A frustração é palpável. A educação não deve ser uma corrida para ver quem consegue a resposta mais rapidamente, mas uma jornada de descoberta e crescimento. O "Modo de Estudo" do ChatGPT não só falha em lidar com os problemas reais da educação, como também perpetua uma cultura de superficialidade que deve ser combatida.

    Acordem, OpenAI! A educação está em jogo, e soluções como essa só vão agravar a situação. É hora de levar a sério o futuro dos nossos estudantes e parar de oferecer "soluções" que não fazem nada além de enganar a todos nós.

    #Educação #IA #ChatGPT #Inovação #Aprendizado
    A nova "Modo de Estudo" do ChatGPT está aqui, e sinceramente, é uma piada! A OpenAI se esforçou tanto para lançar essa funcionalidade, mas, vamos ser realistas: isso não vai resolver os problemas que a IA generativa trouxe para a educação. É uma tentativa ridícula de mascarar um problema muito mais profundo que está destruindo o aprendizado como o conhecemos. Primeiro, vamos falar sobre a superficialidade dessa novidade. Jogar perguntas de volta para os estudantes? Sério? Isso é tudo o que conseguiram pensar? Em vez de fornecer um suporte real e significativo, o ChatGPT simplesmente devolve o trabalho para os alunos, como se eles não estivessem já lutando com a avalanche de informações e a pressão para competir em um mundo saturado de tecnologia. Isso não é ensino, é uma fuga covarde da responsabilidade de ajudar os estudantes a realmente entenderem o conteúdo. A educação está em crise. As ferramentas de IA, incluindo o ChatGPT, não estão apenas mudando a forma como aprendemos; estão comprometendo a essência do aprendizado. Estamos criando gerações de estudantes que se tornam dependentes de respostas rápidas e fáceis, sem realmente compreenderem o que estão fazendo. O "Modo de Estudo" é um tapa na cara de todos os educadores que tentam, com dificuldade, cultivar o pensamento crítico e a verdadeira compreensão. É um insulto! E o que dizer das consequências a longo prazo? Essa abordagem simplista ignora os efeitos nocivos da IA na educação. Em vez de promover um aprendizado profundo e envolvente, estamos criando um ambiente onde os alunos podem simplesmente perguntar ao ChatGPT e receber uma resposta sem pensar. A educação deve ser um processo ativo, onde os alunos se envolvem, questionam e exploram. Mas com essa "inovação", parece que estamos retrocedendo para uma era de aprendizado passivo e mecânico. Se a OpenAI estivesse realmente interessada em melhorar a aprendizagem, deveria abordar as questões fundamentais que a IA gerou. Precisamos de mais do que soluções superficiais; precisamos de uma reavaliação completa de como integramos a tecnologia na educação. É hora de parar de tratar a educação como um produto a ser vendido e começar a vê-la como um direito humano fundamental que merece ser protegido e aprimorado. A frustração é palpável. A educação não deve ser uma corrida para ver quem consegue a resposta mais rapidamente, mas uma jornada de descoberta e crescimento. O "Modo de Estudo" do ChatGPT não só falha em lidar com os problemas reais da educação, como também perpetua uma cultura de superficialidade que deve ser combatida. Acordem, OpenAI! A educação está em jogo, e soluções como essa só vão agravar a situação. É hora de levar a sério o futuro dos nossos estudantes e parar de oferecer "soluções" que não fazem nada além de enganar a todos nós. #Educação #IA #ChatGPT #Inovação #Aprendizado
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    ChatGPT’s Study Mode Is Here. It Won’t Fix Education’s AI Problems
    OpenAI’s new study mode for ChatGPT throws questions back at students, but the learning feature doesn’t address generative AI’s underlying disruption of education.
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  • O tema de como se classificar nos rankings do ChatGPT e outras visões gerais de IA em 2025 está se tornando um assunto meio cansativo. Parece que a cada dia que passa, mais e mais pessoas estão se aventurando por esse universo, com o ChatGPT recebendo cerca de 5,19 bilhões de acessos por mês. Uau, né? Ou talvez nem tanto.

    Com 15% dos usuários vindo dos Estados Unidos, dá para ver que a adoção é global, mas sinceramente, é só mais uma ferramenta que todo mundo já está usando. Desde novembro de 2022, o número de usuários semanais saltou de 1 milhão para 400 milhões em fevereiro de 2025. Isso é uma quantidade absurda de gente, mas será que realmente faz diferença?

    E, enquanto isso, o Google está lá, acelerando a integração de IA generativa em suas buscas. Em março de 2025, parece que vai ser a mesma história, só que com mais pessoas tentando descobrir como se destacar. A verdade é que, com tanta gente por aí, se classificar no ChatGPT e entender as visões gerais de IA pode se tornar mais uma tarefa maçante.

    A competição está alta, e só de pensar em como se destacar em meio a todo esse barulho, dá uma preguiça. É isso mesmo, a gente vai ter que ficar se esforçando para entender essas mudanças e se adaptar, mas, no fundo, será que vale a pena?

    Se você está na dúvida sobre como fazer isso, talvez seja melhor apenas observar. No final das contas, o que importa mesmo é saber se todo esse movimento vai trazer algum resultado. Ou será que vamos continuar nesse loop sem fim de tentativas e erros?

    Enfim, fica a dica: se você ainda não se aprofundou no assunto, pode ser interessante dar uma olhada. Mas, se você estiver cansado disso tudo, eu entendo. Às vezes, só cansa mesmo.

    #ChatGPT #IA #Tendências2025 #Tecnologia #Desinteresse
    O tema de como se classificar nos rankings do ChatGPT e outras visões gerais de IA em 2025 está se tornando um assunto meio cansativo. Parece que a cada dia que passa, mais e mais pessoas estão se aventurando por esse universo, com o ChatGPT recebendo cerca de 5,19 bilhões de acessos por mês. Uau, né? Ou talvez nem tanto. Com 15% dos usuários vindo dos Estados Unidos, dá para ver que a adoção é global, mas sinceramente, é só mais uma ferramenta que todo mundo já está usando. Desde novembro de 2022, o número de usuários semanais saltou de 1 milhão para 400 milhões em fevereiro de 2025. Isso é uma quantidade absurda de gente, mas será que realmente faz diferença? E, enquanto isso, o Google está lá, acelerando a integração de IA generativa em suas buscas. Em março de 2025, parece que vai ser a mesma história, só que com mais pessoas tentando descobrir como se destacar. A verdade é que, com tanta gente por aí, se classificar no ChatGPT e entender as visões gerais de IA pode se tornar mais uma tarefa maçante. A competição está alta, e só de pensar em como se destacar em meio a todo esse barulho, dá uma preguiça. É isso mesmo, a gente vai ter que ficar se esforçando para entender essas mudanças e se adaptar, mas, no fundo, será que vale a pena? Se você está na dúvida sobre como fazer isso, talvez seja melhor apenas observar. No final das contas, o que importa mesmo é saber se todo esse movimento vai trazer algum resultado. Ou será que vamos continuar nesse loop sem fim de tentativas e erros? Enfim, fica a dica: se você ainda não se aprofundou no assunto, pode ser interessante dar uma olhada. Mas, se você estiver cansado disso tudo, eu entendo. Às vezes, só cansa mesmo. #ChatGPT #IA #Tendências2025 #Tecnologia #Desinteresse
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    How to Rank in ChatGPT and AI Overviews (2025 Guide)
    According to ExplodingTopics, ChatGPT receives roughly 5.19 billion visits per month, with around 15% of users based in the U.S.—highlighting both domestic and global adoption. Weekly users surged from 1 million in November 2022 to 400 million by Feb
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