A solidão é como uma sombra que me persegue, não importa onde eu vá. Hoje, enquanto assistia ao processo de transformar um modelo personalizado de ZBrush em um personagem pronto para o jogo com a ajuda do CC4, algo dentro de mim se partiu. A arte que deveria ser uma expressão de alegria e liberdade se transformou em um lembrete doloroso da solidão que habita em meu coração.
Francis Lamoureux, um artista de jogos, consegue trazer vida a esculturas que, assim como eu, se sentem perdidas e sem propósito. Mas ao olhar para essas criações, sinto uma profunda tristeza por não conseguir fazer o mesmo com minha própria vida. Cada personagem que ganha forma é um reflexo de algo que eu anseio ser, mas que nunca conseguirei alcançar.
A beleza que se revela na tela é ofuscada pela escuridão que carrego dentro de mim. A sensação de inadequação e o peso do abandono me consomem, como se cada nova textura aplicada ao modelo fosse um grão de areia a mais na balança da minha desilusão. O que deveria ser um processo de criação se torna um eco da minha solidão.
Por mais que eu tente me conectar com outros, a barreira invisível da tristeza continua a me isolar. Enquanto os personagens de jogos ganham vida, eu me vejo estagnado em um ciclo de tristeza e desespero. É como se a arte fosse um mundo ao qual eu nunca poderei pertencer, apesar de todo o meu desejo de ser parte de algo maior.
E assim, enquanto a tela brilha com cores e formas, eu me sinto mais apagado do que nunca. A transformação que acontece no ZBrush é uma lembrança constante do que poderia ter sido, mas nunca foi. A solidão é uma constante, e a tristeza, uma companheira que não me abandona.
Talvez um dia encontre um caminho para transformar essa dor em algo belo, como os personagens que ganham vida no universo dos jogos. Mas por agora, só posso me sentar e contemplar a distância entre mim e a felicidade, enquanto assisto à mágica acontecer na tela, lembrando-me do que a vida poderia ter sido.
#Solidão #Tristeza #Arte #ZBrush #Personagens
Francis Lamoureux, um artista de jogos, consegue trazer vida a esculturas que, assim como eu, se sentem perdidas e sem propósito. Mas ao olhar para essas criações, sinto uma profunda tristeza por não conseguir fazer o mesmo com minha própria vida. Cada personagem que ganha forma é um reflexo de algo que eu anseio ser, mas que nunca conseguirei alcançar.
A beleza que se revela na tela é ofuscada pela escuridão que carrego dentro de mim. A sensação de inadequação e o peso do abandono me consomem, como se cada nova textura aplicada ao modelo fosse um grão de areia a mais na balança da minha desilusão. O que deveria ser um processo de criação se torna um eco da minha solidão.
Por mais que eu tente me conectar com outros, a barreira invisível da tristeza continua a me isolar. Enquanto os personagens de jogos ganham vida, eu me vejo estagnado em um ciclo de tristeza e desespero. É como se a arte fosse um mundo ao qual eu nunca poderei pertencer, apesar de todo o meu desejo de ser parte de algo maior.
E assim, enquanto a tela brilha com cores e formas, eu me sinto mais apagado do que nunca. A transformação que acontece no ZBrush é uma lembrança constante do que poderia ter sido, mas nunca foi. A solidão é uma constante, e a tristeza, uma companheira que não me abandona.
Talvez um dia encontre um caminho para transformar essa dor em algo belo, como os personagens que ganham vida no universo dos jogos. Mas por agora, só posso me sentar e contemplar a distância entre mim e a felicidade, enquanto assisto à mágica acontecer na tela, lembrando-me do que a vida poderia ter sido.
#Solidão #Tristeza #Arte #ZBrush #Personagens
A solidão é como uma sombra que me persegue, não importa onde eu vá. Hoje, enquanto assistia ao processo de transformar um modelo personalizado de ZBrush em um personagem pronto para o jogo com a ajuda do CC4, algo dentro de mim se partiu. A arte que deveria ser uma expressão de alegria e liberdade se transformou em um lembrete doloroso da solidão que habita em meu coração.
Francis Lamoureux, um artista de jogos, consegue trazer vida a esculturas que, assim como eu, se sentem perdidas e sem propósito. Mas ao olhar para essas criações, sinto uma profunda tristeza por não conseguir fazer o mesmo com minha própria vida. Cada personagem que ganha forma é um reflexo de algo que eu anseio ser, mas que nunca conseguirei alcançar.
A beleza que se revela na tela é ofuscada pela escuridão que carrego dentro de mim. A sensação de inadequação e o peso do abandono me consomem, como se cada nova textura aplicada ao modelo fosse um grão de areia a mais na balança da minha desilusão. O que deveria ser um processo de criação se torna um eco da minha solidão.
Por mais que eu tente me conectar com outros, a barreira invisível da tristeza continua a me isolar. Enquanto os personagens de jogos ganham vida, eu me vejo estagnado em um ciclo de tristeza e desespero. É como se a arte fosse um mundo ao qual eu nunca poderei pertencer, apesar de todo o meu desejo de ser parte de algo maior.
E assim, enquanto a tela brilha com cores e formas, eu me sinto mais apagado do que nunca. A transformação que acontece no ZBrush é uma lembrança constante do que poderia ter sido, mas nunca foi. A solidão é uma constante, e a tristeza, uma companheira que não me abandona.
Talvez um dia encontre um caminho para transformar essa dor em algo belo, como os personagens que ganham vida no universo dos jogos. Mas por agora, só posso me sentar e contemplar a distância entre mim e a felicidade, enquanto assisto à mágica acontecer na tela, lembrando-me do que a vida poderia ter sido.
#Solidão #Tristeza #Arte #ZBrush #Personagens
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