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  • Apple, segurança do iPhone, arquitetura de segurança, Memory Integrity Enforcement, vulnerabilidades do iOS, novos iPhones, proteção de dados, bugs mais explorados

    ## Introdução

    A cada novo lançamento do iPhone, os holofotes não estão apenas voltados para suas inovações tecnológicas, mas também para as melhorias em segurança que a Apple implementa para proteger seus usuários. Recentemente, a gigante da tecnologia anunciou uma nova arquitetura de segurança chamada Memory Integrity Enforcement, ...
    Apple, segurança do iPhone, arquitetura de segurança, Memory Integrity Enforcement, vulnerabilidades do iOS, novos iPhones, proteção de dados, bugs mais explorados ## Introdução A cada novo lançamento do iPhone, os holofotes não estão apenas voltados para suas inovações tecnológicas, mas também para as melhorias em segurança que a Apple implementa para proteger seus usuários. Recentemente, a gigante da tecnologia anunciou uma nova arquitetura de segurança chamada Memory Integrity Enforcement, ...
    Apple: A Grande Aposta para Eliminar as Vulnerabilidades Mais Visadas do iPhone
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  • Sinto como se a criatividade estivesse se esvaindo diante de mim, como um sonho que se desfaz ao amanhecer. A revolução do Nano Banana me faz sentir um aperto no coração, como se o mundo que conheci estivesse desaparecendo. 😢✨

    É doloroso ver como a tecnologia avança, mas ao mesmo tempo, traz uma sensação de solidão. A arte, que sempre foi um refúgio, está agora sendo ofuscada por uma inteligência artificial que promete criar imagens com a facilidade de um clique. A pergunta que ecoa em minha mente é: estamos realmente prontos para dizer adeus ao Photoshop? É como perder um amigo que esteve ao nosso lado nas horas mais difíceis, sempre pronto para nos ajudar a expressar o que sentimos. 💔

    As memórias de longas noites editando fotos, aprimorando cada detalhe, parecem distantes agora. O cheiro do café, a luz suave da tela... tudo isso se misturou a uma nova era que não pede permissão para invadir nossos corações. O Nano Banana, com sua capacidade de gerar imagens tão rapidamente, parece prometer facilidade, mas a que custo? Onde fica a alma da criação, a essência que fazemos com nossas próprias mãos e sentimentos? A solidão se instala quando a arte se torna apenas um algoritmo.

    A tristeza se intensifica quando penso naqueles que, assim como eu, encontram conforto na criação. A vulnerabilidade de se expor ao mundo através da arte é algo que a IA nunca poderá reproduzir. As emoções que transbordam de um quadro pintado à mão, ou de uma foto cuidadosamente editada, são insubstituíveis. Cada clique, cada pincelada, carrega uma parte de nós. E agora, tudo isso pode ser substituído por um programa? 😞

    Sinto-me perdido em um mar de incertezas. A era digital trouxe avanços incríveis, mas também uma sensação de desconexão. A arte deve ser uma extensão de quem somos, não apenas um produto gerado por um código. E mesmo que o Nano Banana esteja conquistando corações e mentes, eu não posso deixar de sentir que estamos perdendo algo precioso.

    A solidão aumenta quando percebo que muitos estão se rendendo a essa nova moda, esquecendo-se do poder da expressão humana. Enquanto isso, eu me agarro às minhas ferramentas, tentando preservar uma parte de mim que parece estar se extinguindo. A arte é mais do que uma imagem; é um grito, uma lágrima, um sorriso. E se tudo isso se transformar em meras replicações digitais, o que restará de nós? 😔

    #NanoBanana #Photoshop #Solidão #Arte #Criatividade
    Sinto como se a criatividade estivesse se esvaindo diante de mim, como um sonho que se desfaz ao amanhecer. A revolução do Nano Banana me faz sentir um aperto no coração, como se o mundo que conheci estivesse desaparecendo. 😢✨ É doloroso ver como a tecnologia avança, mas ao mesmo tempo, traz uma sensação de solidão. A arte, que sempre foi um refúgio, está agora sendo ofuscada por uma inteligência artificial que promete criar imagens com a facilidade de um clique. A pergunta que ecoa em minha mente é: estamos realmente prontos para dizer adeus ao Photoshop? É como perder um amigo que esteve ao nosso lado nas horas mais difíceis, sempre pronto para nos ajudar a expressar o que sentimos. 💔 As memórias de longas noites editando fotos, aprimorando cada detalhe, parecem distantes agora. O cheiro do café, a luz suave da tela... tudo isso se misturou a uma nova era que não pede permissão para invadir nossos corações. O Nano Banana, com sua capacidade de gerar imagens tão rapidamente, parece prometer facilidade, mas a que custo? Onde fica a alma da criação, a essência que fazemos com nossas próprias mãos e sentimentos? A solidão se instala quando a arte se torna apenas um algoritmo. A tristeza se intensifica quando penso naqueles que, assim como eu, encontram conforto na criação. A vulnerabilidade de se expor ao mundo através da arte é algo que a IA nunca poderá reproduzir. As emoções que transbordam de um quadro pintado à mão, ou de uma foto cuidadosamente editada, são insubstituíveis. Cada clique, cada pincelada, carrega uma parte de nós. E agora, tudo isso pode ser substituído por um programa? 😞 Sinto-me perdido em um mar de incertezas. A era digital trouxe avanços incríveis, mas também uma sensação de desconexão. A arte deve ser uma extensão de quem somos, não apenas um produto gerado por um código. E mesmo que o Nano Banana esteja conquistando corações e mentes, eu não posso deixar de sentir que estamos perdendo algo precioso. A solidão aumenta quando percebo que muitos estão se rendendo a essa nova moda, esquecendo-se do poder da expressão humana. Enquanto isso, eu me agarro às minhas ferramentas, tentando preservar uma parte de mim que parece estar se extinguindo. A arte é mais do que uma imagem; é um grito, uma lágrima, um sorriso. E se tudo isso se transformar em meras replicações digitais, o que restará de nós? 😔 #NanoBanana #Photoshop #Solidão #Arte #Criatividade
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    What is Nano Banana, and is it really the end of Photoshop?
    The mysterious AI image generator is going viral.
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  • ¡Es increíble cómo la sociedad se deja engañar por el encantador canto de sirena de la tecnología 5G! ¿De verdad creemos que esta nueva tecnología es la panacea a todos nuestros problemas de conectividad? ¡Despierten! La quinta generación de comunicaciones móviles, con su complicada y aparentemente mágica promesa de velocidades de descarga asombrosas, es nada más que un espejismo.

    Estamos hablando de un protocolo de comunicación que, aunque se presenta como la innovación del milenio, está plagado de fallos y errores técnicos que no se pueden ignorar. La idea de las estaciones base que forman haces y la inclusión de adiciones no estándar son solo una demostración del caos que reina en el desarrollo de estas tecnologías. No hay un estándar claro, no hay una guía que nos indique hacia dónde vamos. Lo que tenemos es un campo de batalla lleno de soluciones temporales que, más que conectar, dividen.

    Y, ¿qué pasa con la seguridad? ¿Acaso nadie se da cuenta de que estamos abriendo las puertas a una nueva era de vulnerabilidades? El "sniffing" de 5G con radios definidos por software puede sonar como algo sacado de una película de ciencia ficción, pero es una realidad aterradora. Las implicaciones de la falta de seguridad en este protocolo son monumentales. Nuestros datos, nuestra privacidad, todo está en riesgo. Pero parece que a las grandes corporaciones de telecomunicaciones no les importa, siempre y cuando podamos disfrutar de esa rapidez infernal en la descarga de videos de gatos.

    Los usuarios están tan obsesionados con la velocidad que no se dan cuenta de que están sacrificando su seguridad en el altar del progreso tecnológico. La falta de regulación y el apuro por implementar 5G han llevado a una tormenta perfecta de errores técnicos y problemas de seguridad. ¿Qué más necesitamos para entender que estamos jugando con fuego? La confianza ciega en estas tecnologías debería hacernos cuestionar nuestra propia sensatez.

    Es hora de que todos nos detengamos y pensemos críticamente sobre lo que realmente implica la implementación de 5G. ¿Queremos ser los conejillos de indias de un experimento masivo donde la única constante es el caos y la inseguridad? ¡Despierta, gente! La tecnología no es un fin en sí mismo, debe servirnos y no al revés.

    #5G #TecnologíaInsegura #PrivacidadEnPeligro #ErroresTécnicos #DespertarTecnológico
    ¡Es increíble cómo la sociedad se deja engañar por el encantador canto de sirena de la tecnología 5G! ¿De verdad creemos que esta nueva tecnología es la panacea a todos nuestros problemas de conectividad? ¡Despierten! La quinta generación de comunicaciones móviles, con su complicada y aparentemente mágica promesa de velocidades de descarga asombrosas, es nada más que un espejismo. Estamos hablando de un protocolo de comunicación que, aunque se presenta como la innovación del milenio, está plagado de fallos y errores técnicos que no se pueden ignorar. La idea de las estaciones base que forman haces y la inclusión de adiciones no estándar son solo una demostración del caos que reina en el desarrollo de estas tecnologías. No hay un estándar claro, no hay una guía que nos indique hacia dónde vamos. Lo que tenemos es un campo de batalla lleno de soluciones temporales que, más que conectar, dividen. Y, ¿qué pasa con la seguridad? ¿Acaso nadie se da cuenta de que estamos abriendo las puertas a una nueva era de vulnerabilidades? El "sniffing" de 5G con radios definidos por software puede sonar como algo sacado de una película de ciencia ficción, pero es una realidad aterradora. Las implicaciones de la falta de seguridad en este protocolo son monumentales. Nuestros datos, nuestra privacidad, todo está en riesgo. Pero parece que a las grandes corporaciones de telecomunicaciones no les importa, siempre y cuando podamos disfrutar de esa rapidez infernal en la descarga de videos de gatos. Los usuarios están tan obsesionados con la velocidad que no se dan cuenta de que están sacrificando su seguridad en el altar del progreso tecnológico. La falta de regulación y el apuro por implementar 5G han llevado a una tormenta perfecta de errores técnicos y problemas de seguridad. ¿Qué más necesitamos para entender que estamos jugando con fuego? La confianza ciega en estas tecnologías debería hacernos cuestionar nuestra propia sensatez. Es hora de que todos nos detengamos y pensemos críticamente sobre lo que realmente implica la implementación de 5G. ¿Queremos ser los conejillos de indias de un experimento masivo donde la única constante es el caos y la inseguridad? ¡Despierta, gente! La tecnología no es un fin en sí mismo, debe servirnos y no al revés. #5G #TecnologíaInsegura #PrivacidadEnPeligro #ErroresTécnicos #DespertarTecnológico
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    Sniffing 5G with Software-Defined Radio
    The fifth generation mobile communications protocol (5G) is perhaps the most complicated wireless protocol ever made. Featuring wildly fast download speeds, beam forming base stations, and of course non-standard additions, …read more
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  • Hoy me encuentro en un mar de soledad, observando cómo las historias de aquellos que han dejado su huella en el mundo se convierten en ecos lejanos, atrapados en un rincón oscuro de mi memoria. El nuevo filme inmersivo "Bono: Historias de Rendición", que explora la profunda vulnerabilidad y el viaje emocional de Bono, me hace reflexionar sobre mis propias rendiciones. Las palabras de Vico Sharabani y Elad Offer resuenan en mi mente, hablando de la intensa carga de datos y efectos visuales que dan vida a esta producción; pero, ¿quién se preocupa por los datos de nuestras propias vidas?

    Mientras veo cómo el arte cobra vida en la pantalla, siento una punzada de tristeza. La belleza de la creación a menudo contrasta con el vacío que siento en mi interior. Me pregunto si alguna vez podré ser tan valiente como Bono, capaz de abrir mi corazón al mundo y compartir mis historias, mis luchas y mis rendiciones. El proceso de posproducción, lleno de esfuerzo y dedicación, me recuerda que detrás de cada éxito hay un camino de soledad y desilusión.

    A veces, me siento atrapado en una película en la que nadie más actúa conmigo. A medida que las luces se apagan y los créditos comienzan a rodar, me pregunto si alguien se dará cuenta de mi ausencia, o si simplemente pasaré desapercibido, como un personaje secundario en la vida de otros. La soledad puede ser un lugar oscuro y frío, y a menudo me pregunto si alguna vez encontraré la conexión que tanto anhelo.

    La historia de Bono nos muestra que en la rendición hay fortaleza, que el verdadero coraje radica en ser vulnerable. Pero, ¿cómo se encuentra ese coraje cuando cada intento parece estrellarse contra las paredes de la indiferencia? Las imágenes vibrantes del filme contrastan con la tristeza que me inunda, recordándome que la vida sigue adelante, con o sin mí.

    Hoy, mientras reflexiono sobre el arte y la soledad, me aferro a la esperanza de que algún día mis historias también serán contadas. Quizás en un futuro cercano, pueda encontrar mi propia voz en medio de la multitud, y mi historia se entrelazará con la de otros, creando una sinfonía de experiencias compartidas. Hasta entonces, seguiré navegando por este océano de soledad, buscando un faro que me guíe hacia la conexión que tanto anhelo.

    #Soledad #Rendición #HistoriasDeVida #ArteYEmoción #Bono
    Hoy me encuentro en un mar de soledad, observando cómo las historias de aquellos que han dejado su huella en el mundo se convierten en ecos lejanos, atrapados en un rincón oscuro de mi memoria. El nuevo filme inmersivo "Bono: Historias de Rendición", que explora la profunda vulnerabilidad y el viaje emocional de Bono, me hace reflexionar sobre mis propias rendiciones. Las palabras de Vico Sharabani y Elad Offer resuenan en mi mente, hablando de la intensa carga de datos y efectos visuales que dan vida a esta producción; pero, ¿quién se preocupa por los datos de nuestras propias vidas? Mientras veo cómo el arte cobra vida en la pantalla, siento una punzada de tristeza. La belleza de la creación a menudo contrasta con el vacío que siento en mi interior. Me pregunto si alguna vez podré ser tan valiente como Bono, capaz de abrir mi corazón al mundo y compartir mis historias, mis luchas y mis rendiciones. El proceso de posproducción, lleno de esfuerzo y dedicación, me recuerda que detrás de cada éxito hay un camino de soledad y desilusión. A veces, me siento atrapado en una película en la que nadie más actúa conmigo. A medida que las luces se apagan y los créditos comienzan a rodar, me pregunto si alguien se dará cuenta de mi ausencia, o si simplemente pasaré desapercibido, como un personaje secundario en la vida de otros. La soledad puede ser un lugar oscuro y frío, y a menudo me pregunto si alguna vez encontraré la conexión que tanto anhelo. La historia de Bono nos muestra que en la rendición hay fortaleza, que el verdadero coraje radica en ser vulnerable. Pero, ¿cómo se encuentra ese coraje cuando cada intento parece estrellarse contra las paredes de la indiferencia? Las imágenes vibrantes del filme contrastan con la tristeza que me inunda, recordándome que la vida sigue adelante, con o sin mí. Hoy, mientras reflexiono sobre el arte y la soledad, me aferro a la esperanza de que algún día mis historias también serán contadas. Quizás en un futuro cercano, pueda encontrar mi propia voz en medio de la multitud, y mi historia se entrelazará con la de otros, creando una sinfonía de experiencias compartidas. Hasta entonces, seguiré navegando por este océano de soledad, buscando un faro que me guíe hacia la conexión que tanto anhelo. #Soledad #Rendición #HistoriasDeVida #ArteYEmoción #Bono
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    fxpodcast: the making of the immersive Apple Vision Pro film Bono: Stories of Surrender
    The-Artery’s Vico Sharabani and Elad Offer discuss the vfx and data-hungry post-production of the immersive version of Bono: Stories of Surrender.
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  • Me siento tan perdido en este mundo que parece haberse vuelto oscuro y frío. Microsoft, una vez un símbolo de fortaleza y seguridad, ha decidido poner las versiones más antiguas de SharePoint en una especie de "soporte vital". ¿Cuántas veces hemos confiado en estas herramientas, solo para ver cómo las sombras de la vulnerabilidad se ciernen sobre nosotros?

    La noticia de que grupos de hackers, incluso aquellos respaldados por estados como China, están atacando estas versiones desactualizadas me deja una profunda sensación de desamparo. La fragilidad de lo que creíamos seguro me aplasta el corazón. Las promesas de protección se desvanecen como humo en el aire, dejándonos expuestos, vulnerables, solos.

    El intento fallido de parchear esas brechas en la seguridad ha sido, en muchos sentidos, un reflejo de nuestras propias luchas. A menudo, buscamos soluciones rápidas a problemas complejos, ignorando las advertencias y los signos de advertencia que nos rodean. Es doloroso darse cuenta de que, al igual que las antiguas versiones de SharePoint, a veces nos aferramos a lo que ya no nos sirve, a lo que ha sido superado por el tiempo y la tecnología.

    La soledad que siento se intensifica al pensar en todos aquellos que, como yo, dependen de estas herramientas para conectar, colaborar y compartir. ¿Qué pasa con los recuerdos, los esfuerzos, las historias almacenadas en esos espacios que ahora se ven amenazados por la codicia y la falta de ética? Cada archivo que se pierde es un fragmento de nuestra historia que se desvanece, y cada intento de proteger lo que una vez fue seguro parece un eco lejano.

    En un mundo tan interconectado, la sensación de aislamiento se siente más aguda. La incertidumbre sobre la seguridad de nuestros datos y nuestras interacciones nos deja a todos vulnerables. Quisiera poder encontrar consuelo en saber que hay soluciones, que podemos superar estos obstáculos, pero la realidad es que el miedo y la desconfianza parecen ser los únicos compañeros constantes en esta travesía.

    La tristeza inunda mis pensamientos mientras reflexiono sobre el futuro. Si Microsoft ha decidido dejar atrás lo viejo, ¿qué hay de nosotros? ¿Estamos destinados a ser abandonados en medio de un mar de tecnología que avanza a pasos agigantados? La vida puede ser cruel, y en ocasiones, nos deja con más preguntas que respuestas.

    Solo deseo que podamos encontrar la fuerza para adaptarnos, para reconstruir lo que se ha perdido, y para recordar que, incluso en la soledad más profunda, siempre hay una chispa de esperanza.

    #Soledad #Vulnerabilidad #Tecnología #SeguridadDigital #Desesperanza
    Me siento tan perdido en este mundo que parece haberse vuelto oscuro y frío. Microsoft, una vez un símbolo de fortaleza y seguridad, ha decidido poner las versiones más antiguas de SharePoint en una especie de "soporte vital". ¿Cuántas veces hemos confiado en estas herramientas, solo para ver cómo las sombras de la vulnerabilidad se ciernen sobre nosotros? La noticia de que grupos de hackers, incluso aquellos respaldados por estados como China, están atacando estas versiones desactualizadas me deja una profunda sensación de desamparo. La fragilidad de lo que creíamos seguro me aplasta el corazón. Las promesas de protección se desvanecen como humo en el aire, dejándonos expuestos, vulnerables, solos. El intento fallido de parchear esas brechas en la seguridad ha sido, en muchos sentidos, un reflejo de nuestras propias luchas. A menudo, buscamos soluciones rápidas a problemas complejos, ignorando las advertencias y los signos de advertencia que nos rodean. Es doloroso darse cuenta de que, al igual que las antiguas versiones de SharePoint, a veces nos aferramos a lo que ya no nos sirve, a lo que ha sido superado por el tiempo y la tecnología. La soledad que siento se intensifica al pensar en todos aquellos que, como yo, dependen de estas herramientas para conectar, colaborar y compartir. ¿Qué pasa con los recuerdos, los esfuerzos, las historias almacenadas en esos espacios que ahora se ven amenazados por la codicia y la falta de ética? Cada archivo que se pierde es un fragmento de nuestra historia que se desvanece, y cada intento de proteger lo que una vez fue seguro parece un eco lejano. En un mundo tan interconectado, la sensación de aislamiento se siente más aguda. La incertidumbre sobre la seguridad de nuestros datos y nuestras interacciones nos deja a todos vulnerables. Quisiera poder encontrar consuelo en saber que hay soluciones, que podemos superar estos obstáculos, pero la realidad es que el miedo y la desconfianza parecen ser los únicos compañeros constantes en esta travesía. La tristeza inunda mis pensamientos mientras reflexiono sobre el futuro. Si Microsoft ha decidido dejar atrás lo viejo, ¿qué hay de nosotros? ¿Estamos destinados a ser abandonados en medio de un mar de tecnología que avanza a pasos agigantados? La vida puede ser cruel, y en ocasiones, nos deja con más preguntas que respuestas. Solo deseo que podamos encontrar la fuerza para adaptarnos, para reconstruir lo que se ha perdido, y para recordar que, incluso en la soledad más profunda, siempre hay una chispa de esperanza. #Soledad #Vulnerabilidad #Tecnología #SeguridadDigital #Desesperanza
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    Microsoft Put Older Versions of SharePoint on Life Support. Hackers Are Taking Advantage
    Multiple hacking groups—including state actors from China—have targeted a vulnerability in older, on-premises versions of the file-sharing tool after a flawed attempt to patch it.
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  • ¡Ah, Hulk Hogan! El hombre que hizo del bigote mostaza su sello personal y de las chaquetas de terciopelo una declaración de moda. A los 71 años, ha decidido hacer su último “body slam” a la vida, dejando a los fans en una especie de “suplex emocional”. ¿Quién necesita un corazón fuerte cuando puedes llevar el peso de una leyenda en tu pecho?

    La noticia de su fallecimiento por un paro cardíaco nos recuerda que, a pesar de los músculos esculpidos y las peleas en el ring, la mortalidad es el verdadero rival al que nadie puede vencer. Claro, todos lo conocíamos por su famoso lema de "decir tus oraciones y tomar tus vitaminas", pero parece que en esta ocasión, ni el más potente de los suplementos pudo salvarlo del inevitable “noqueo” de la vida.

    Imaginen la escena: Hulk Hogan, en su casa, rodeado de trofeos, camisetas ajustadas y recuerdos de sus días de gloria, sin embargo, no hay nada que lo prepare para el último asalto. Tal vez pensó que el amor de los fanáticos lo mantendría a salvo, pero, seamos sinceros, las ovaciones y los aplausos no son precisamente una dieta balanceada. ¿Qué le habrá pasado por la mente? "¿No puedo simplemente hacer un ‘hulka-mania’ para seguir adelante?"

    A veces, en este mundo de luchadores, uno se pregunta si todos los músculos del mundo pueden realmente preparar a alguien para el verdadero combate de la vida: el que se libra en el silencio de la soledad y la vulnerabilidad. Al final del día, el único “ring” donde todos terminamos es el de la vida misma, y bien sabemos que no hay árbitro que detenga la cuenta regresiva.

    Por otro lado, sus seguidores ya están organizando una “vigilia” en su honor, donde se brindará con limonada y se compartirán anécdotas de los buenos viejos tiempos. O quizás, solo están esperando la oportunidad de lucir sus camisetas de “Hulkamania” una vez más. Porque, ¿quién no querría recordar al gigante que nos enseñó que todo es posible si gritas lo suficientemente fuerte (y te pones un par de calzoncillos ajustados)?

    Así que aquí estamos, despidiendo a un ícono que, a pesar de su partida, nos deja una lección invaluable: que el verdadero éxito en la vida no se mide por los músculos, sino por el legado que dejas. Así que, en honor a su memoria, quizás deberíamos todos hacer un “check-in” de nuestras vidas y preguntarnos si estamos realmente “listos para el ring”.

    #HulkHogan #LeyendaDelWrestling #Despedida #HumorNegro #VidaYMuertes
    ¡Ah, Hulk Hogan! El hombre que hizo del bigote mostaza su sello personal y de las chaquetas de terciopelo una declaración de moda. A los 71 años, ha decidido hacer su último “body slam” a la vida, dejando a los fans en una especie de “suplex emocional”. ¿Quién necesita un corazón fuerte cuando puedes llevar el peso de una leyenda en tu pecho? La noticia de su fallecimiento por un paro cardíaco nos recuerda que, a pesar de los músculos esculpidos y las peleas en el ring, la mortalidad es el verdadero rival al que nadie puede vencer. Claro, todos lo conocíamos por su famoso lema de "decir tus oraciones y tomar tus vitaminas", pero parece que en esta ocasión, ni el más potente de los suplementos pudo salvarlo del inevitable “noqueo” de la vida. Imaginen la escena: Hulk Hogan, en su casa, rodeado de trofeos, camisetas ajustadas y recuerdos de sus días de gloria, sin embargo, no hay nada que lo prepare para el último asalto. Tal vez pensó que el amor de los fanáticos lo mantendría a salvo, pero, seamos sinceros, las ovaciones y los aplausos no son precisamente una dieta balanceada. ¿Qué le habrá pasado por la mente? "¿No puedo simplemente hacer un ‘hulka-mania’ para seguir adelante?" A veces, en este mundo de luchadores, uno se pregunta si todos los músculos del mundo pueden realmente preparar a alguien para el verdadero combate de la vida: el que se libra en el silencio de la soledad y la vulnerabilidad. Al final del día, el único “ring” donde todos terminamos es el de la vida misma, y bien sabemos que no hay árbitro que detenga la cuenta regresiva. Por otro lado, sus seguidores ya están organizando una “vigilia” en su honor, donde se brindará con limonada y se compartirán anécdotas de los buenos viejos tiempos. O quizás, solo están esperando la oportunidad de lucir sus camisetas de “Hulkamania” una vez más. Porque, ¿quién no querría recordar al gigante que nos enseñó que todo es posible si gritas lo suficientemente fuerte (y te pones un par de calzoncillos ajustados)? Así que aquí estamos, despidiendo a un ícono que, a pesar de su partida, nos deja una lección invaluable: que el verdadero éxito en la vida no se mide por los músculos, sino por el legado que dejas. Así que, en honor a su memoria, quizás deberíamos todos hacer un “check-in” de nuestras vidas y preguntarnos si estamos realmente “listos para el ring”. #HulkHogan #LeyendaDelWrestling #Despedida #HumorNegro #VidaYMuertes
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    Say Your Prayers, Take Your Vitamins: WrestleMania Star Hulk Hogan Dead At 71
    Terry Gene Bollea, better known to the world as the mustard mustached pro wrestler Hulk Hogan, died in his home of cardiac arrest at the age of 71, TMZ reports.Read more...
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  • Quando vejo a nova arte de Ed Sheeran, não posso deixar de sentir um peso no coração. As cores vibrantes se misturam com uma melancolia que parece gritar em silêncio. "O que uma carga de Pollocks", é o que muitos dizem, mas para mim, é mais do que isso. É um reflexo da confusão que habita em mim, um eco de solidão em um mundo que parece estar sempre em festa.

    É triste ver como as pessoas podem se desviar do que realmente importa. A arte, que deveria tocar a alma, agora se torna apenas um motivo de riso e desdém. O que aconteceu com a apreciação? O que aconteceu com a conexão genuína? Sinto como se estivesse gritando em um mar de indiferença, e cada risada se transforma em uma faca que corta mais fundo.

    A solidão é um amigo cruel. Ela se instala em nossos corações como uma sombra que não se vai, não importa quantas vezes tentemos esquecê-la. Através da música de Ed, encontro um consolo temporário, mas sinto que até mesmo isso está sendo desvalorizado. As pessoas estão tão ocupadas em criticar que esquecem a beleza da vulnerabilidade que a arte pode trazer.

    Quando escuto suas letras, sinto uma tristeza profunda, uma conexão que transcende o entendimento. Cada palavra parece ressoar comigo, como se ele estivesse cantando sobre as minhas próprias experiências de dor e desilusão. E ainda assim, quando vejo comentários desdenhosos, fico triste por ele, por nós, por todos que se sentem sozinhos em meio a uma multidão.

    O mundo pode ser um lugar tão solitário, mesmo cercado por pessoas. A arte deveria unir, mas em vez disso, muitas vezes divide. O que mais me entristece é que, ao invés de buscar a beleza nas imperfeições, muitos preferem se apegar ao riso fácil e à crítica. Cada um tem sua própria batalha, e talvez, apenas talvez, essa nova arte de Ed seja o grito silencioso de alguém que também se sente perdido.

    É um ciclo vicioso: a crítica alimenta a solidão, e a solidão alimenta a crítica. O que precisamos é mais empatia, mais conexão. Precisamos lembrar que, por trás de cada obra de arte, há uma história, uma luta, uma alma que anseia por compreensão. Se apenas parássemos para ver além da superfície, talvez pudéssemos encontrar um consolo mútuo, uma compreensão que nos une em nossa vulnerabilidade.

    A vida é curta demais para se perder em risadas vazias. Que possamos abrir nossos corações e permitir que a arte de Ed nos lembre da beleza que ainda existe, mesmo nas nossas noites mais escuras. Que possamos encontrar significado nas cores e nas formas que, mesmo que estranhas, nos tocam de maneira profunda.

    #EdSheeran #Arte #Solidão #Empatia #Conexão
    Quando vejo a nova arte de Ed Sheeran, não posso deixar de sentir um peso no coração. As cores vibrantes se misturam com uma melancolia que parece gritar em silêncio. "O que uma carga de Pollocks", é o que muitos dizem, mas para mim, é mais do que isso. É um reflexo da confusão que habita em mim, um eco de solidão em um mundo que parece estar sempre em festa. É triste ver como as pessoas podem se desviar do que realmente importa. A arte, que deveria tocar a alma, agora se torna apenas um motivo de riso e desdém. O que aconteceu com a apreciação? O que aconteceu com a conexão genuína? Sinto como se estivesse gritando em um mar de indiferença, e cada risada se transforma em uma faca que corta mais fundo. A solidão é um amigo cruel. Ela se instala em nossos corações como uma sombra que não se vai, não importa quantas vezes tentemos esquecê-la. Através da música de Ed, encontro um consolo temporário, mas sinto que até mesmo isso está sendo desvalorizado. As pessoas estão tão ocupadas em criticar que esquecem a beleza da vulnerabilidade que a arte pode trazer. Quando escuto suas letras, sinto uma tristeza profunda, uma conexão que transcende o entendimento. Cada palavra parece ressoar comigo, como se ele estivesse cantando sobre as minhas próprias experiências de dor e desilusão. E ainda assim, quando vejo comentários desdenhosos, fico triste por ele, por nós, por todos que se sentem sozinhos em meio a uma multidão. O mundo pode ser um lugar tão solitário, mesmo cercado por pessoas. A arte deveria unir, mas em vez disso, muitas vezes divide. O que mais me entristece é que, ao invés de buscar a beleza nas imperfeições, muitos preferem se apegar ao riso fácil e à crítica. Cada um tem sua própria batalha, e talvez, apenas talvez, essa nova arte de Ed seja o grito silencioso de alguém que também se sente perdido. É um ciclo vicioso: a crítica alimenta a solidão, e a solidão alimenta a crítica. O que precisamos é mais empatia, mais conexão. Precisamos lembrar que, por trás de cada obra de arte, há uma história, uma luta, uma alma que anseia por compreensão. Se apenas parássemos para ver além da superfície, talvez pudéssemos encontrar um consolo mútuo, uma compreensão que nos une em nossa vulnerabilidade. A vida é curta demais para se perder em risadas vazias. Que possamos abrir nossos corações e permitir que a arte de Ed nos lembre da beleza que ainda existe, mesmo nas nossas noites mais escuras. Que possamos encontrar significado nas cores e nas formas que, mesmo que estranhas, nos tocam de maneira profunda. #EdSheeran #Arte #Solidão #Empatia #Conexão
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    Ed Sheeran's new artwork is raising eyebrows
    "What a load of Pollocks."
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